Publicação
Programa de treino de equilíbrio para pessoas idosas
| Resumo: | Nas sociedades modernas é dada uma atenção cada vez maior à evolução demográfica, e no seguimento de todas as políticas de saúde instituídas e planeadas tem surgido com maior preponderância e consistência uma perspetiva paradigmática centrada no envelhecimento ativo e saudável. O envelhecimento ativo foi definido como "o processo de otimização de oportunidades para a saúde, a participação e a segurança, no sentido de aumentar a qualidade de vida durante o envelhecimento" [Organização Mundial da Saúde (OMS), 2002, p. 12], tendo como pilares os princípios das pessoas idosas: independência, participação, dignidade, acesso aos cuidados e realização pessoal (OMS, 2002). É considerado um conceito basilar na sustentabilidade da problemática que o aumento de idosos tem acarretado cada vez mais para as sociedades (Lopes, 2007). O envelhecimento pode ser analisado como um fenómeno positivo global para as sociedades e indivíduos, pois resulta do esforço e progresso da Humanidade em termos sociais, económicos e científicos. Este fenómeno terá de ser integrado num contexto paradoxal. O constante aumento da longevidade, juntamente com a diminuição de nascimentos, vai traduzir-se em consequências complexas nas nossas sociedades (Cabral, & Ferreira, 2013). O aumento da esperança média de vida conduz a um agravamento dos riscos de doenças crónicas e incapacidade, aumentando, assim, o número de pessoas com diminuição da autonomia que serão dependentes de apoios sociais e familiares (Cabral, & Ferreira, 2013). O processo de envelhecimento é acompanhado por uma normal redução da capacidade funcional, que não deverá ser fator de exclusão social, de dependência ou de limitações que provoquem situações de solidão ou institucionalização (Cabral, & Ferreira, 2013). |
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| Autores principais: | Garcia, Sérgio Alberto Pires |
| Outros Autores: | Cunha, Marisa da Glória Teixeira da; Novo, André |
| Assunto: | Treino de equilíbrio Idosos |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Nas sociedades modernas é dada uma atenção cada vez maior à evolução demográfica, e no seguimento de todas as políticas de saúde instituídas e planeadas tem surgido com maior preponderância e consistência uma perspetiva paradigmática centrada no envelhecimento ativo e saudável. O envelhecimento ativo foi definido como "o processo de otimização de oportunidades para a saúde, a participação e a segurança, no sentido de aumentar a qualidade de vida durante o envelhecimento" [Organização Mundial da Saúde (OMS), 2002, p. 12], tendo como pilares os princípios das pessoas idosas: independência, participação, dignidade, acesso aos cuidados e realização pessoal (OMS, 2002). É considerado um conceito basilar na sustentabilidade da problemática que o aumento de idosos tem acarretado cada vez mais para as sociedades (Lopes, 2007). O envelhecimento pode ser analisado como um fenómeno positivo global para as sociedades e indivíduos, pois resulta do esforço e progresso da Humanidade em termos sociais, económicos e científicos. Este fenómeno terá de ser integrado num contexto paradoxal. O constante aumento da longevidade, juntamente com a diminuição de nascimentos, vai traduzir-se em consequências complexas nas nossas sociedades (Cabral, & Ferreira, 2013). O aumento da esperança média de vida conduz a um agravamento dos riscos de doenças crónicas e incapacidade, aumentando, assim, o número de pessoas com diminuição da autonomia que serão dependentes de apoios sociais e familiares (Cabral, & Ferreira, 2013). O processo de envelhecimento é acompanhado por uma normal redução da capacidade funcional, que não deverá ser fator de exclusão social, de dependência ou de limitações que provoquem situações de solidão ou institucionalização (Cabral, & Ferreira, 2013). |
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