Publicação
Resposta do Milho a Diferentes Formas de Gestão da Fertilidade do Solo
| Resumo: | O melhoramento genético é considerado um dos fatores que mais contribuiu para a revolução verde do milho (Zea mays L.). As variedades hibridas, apresentam melhor performance agronómica da que podem alcançar as variedades regionais de polinização livre. A duração do ciclo é também dos fatores que mais pode diferenciar os diferentes materiais genéticos cultivados, apresentando as variedades de ciclo longo melhor potencial produtivo que as variedades de ciclo curto. Neste estudo comparou-se o comportamento agronómico de variedades regionais provenientes de Montalegre (Portugal) e de Benguela (Angola), e híbridos recomendados para o Norte de Portugal (PR36Y03) e para a região sul de Angola (SC411SRT). As plantas foram submetidas a seis tratamentos fertilizantes orgânicos e minerais: estrume de vaca; composto orgânico comercial; N0 (testemunha sem aplicação de fertilizante azotado); N1 (50 kg N ha-1); N2 (100 kg N ha-1); e N3 (200 kg N ha-1). A variedade de polinização livre (Montalegre) apresentou um ciclo particularmente curto em comparação com as restantes. A variedade regional de Angola apresentou ciclo muito longo. A cultura do milho revelou características morfológicas distintas relativamente às diferentes doses de fertilizante utilizadas, onde o tratamento fertilizante com a dose de 200 kg N ha-1 se mostrou mais eficiente, e o tratamento Estrume o que apresentou os resultados mais baixos. A variedade híbrida recomendada para a região sul de Angola (SC411SRT) foi a mais produtiva, apresentando os valores mais elevados em produção de grão (9,8 Mg ha-1) e a variedade regional de Angola a que valor mais baixo apresentou (0,8 Mg ha-1), devido ao seu ciclo vegetativo particularmente longo. A variedade regional de Montalegre, apesar do seu ciclo particularmente curto, conseguiu alcançar resultado de produção bastante satisfatório (5,7 Mg ha-1). |
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| Autores principais: | Sousa, Xênia Demelza Ramos de |
| Assunto: | Zea mays Fertilização orgânica Fertilização azotada Morfologia Produção de grão |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O melhoramento genético é considerado um dos fatores que mais contribuiu para a revolução verde do milho (Zea mays L.). As variedades hibridas, apresentam melhor performance agronómica da que podem alcançar as variedades regionais de polinização livre. A duração do ciclo é também dos fatores que mais pode diferenciar os diferentes materiais genéticos cultivados, apresentando as variedades de ciclo longo melhor potencial produtivo que as variedades de ciclo curto. Neste estudo comparou-se o comportamento agronómico de variedades regionais provenientes de Montalegre (Portugal) e de Benguela (Angola), e híbridos recomendados para o Norte de Portugal (PR36Y03) e para a região sul de Angola (SC411SRT). As plantas foram submetidas a seis tratamentos fertilizantes orgânicos e minerais: estrume de vaca; composto orgânico comercial; N0 (testemunha sem aplicação de fertilizante azotado); N1 (50 kg N ha-1); N2 (100 kg N ha-1); e N3 (200 kg N ha-1). A variedade de polinização livre (Montalegre) apresentou um ciclo particularmente curto em comparação com as restantes. A variedade regional de Angola apresentou ciclo muito longo. A cultura do milho revelou características morfológicas distintas relativamente às diferentes doses de fertilizante utilizadas, onde o tratamento fertilizante com a dose de 200 kg N ha-1 se mostrou mais eficiente, e o tratamento Estrume o que apresentou os resultados mais baixos. A variedade híbrida recomendada para a região sul de Angola (SC411SRT) foi a mais produtiva, apresentando os valores mais elevados em produção de grão (9,8 Mg ha-1) e a variedade regional de Angola a que valor mais baixo apresentou (0,8 Mg ha-1), devido ao seu ciclo vegetativo particularmente longo. A variedade regional de Montalegre, apesar do seu ciclo particularmente curto, conseguiu alcançar resultado de produção bastante satisfatório (5,7 Mg ha-1). |
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