Publicação
Projeto Escolas Transformadoras: integração da avaliação externa
| Resumo: | O projeto “Escolas Transformadoras: contributos para uma mudança social a partir da Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania global na escola” (2018-2020), foi proposto pela Fundação Gonçalo da Silveira e teve como entidades parceiras as Escolas Superiores de Educação de Santarém e Viana do Castelo e o Instituto Politécnico de Beja e como entidade financiadora o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua. Previu no seu plano de ação a existência de uma equipa externa para a realização da avaliação. Surgiu, neste contexto, a Escola Superior de Educação de Bragança. As suas funções foram: (i) construir um modelo de avaliação do projeto; (ii) desenvolver o modelo e a(s) metodologia(s) proposta(s); e (iii) produzir um relatório final. Foi assumido, pela equipa de avaliação, que qualquer projeto que se queira credível integra o processo de avaliação de forma intencional e requer a recolha de informação precisa e detalhada sobre os objetivos, as estratégias, os resultados, as dificuldades e os efeitos imprevistos, entre outros aspetos. A avaliação externa realizou-se em articulação e em complementaridade com a avaliação realizada pela equipa do projeto e incidiu na execução e na qualidade do mesmo. O primeiro contacto com o projeto centrou-se na análise interpretativa da documentação produzida pela equipa no seu decurso. Desenvolveu-se em colaboração com a equipa parceira, num ambiente de partilha de ideias e de reflexão. Foi efetuada uma apreciação baseada nas características da análise SWOT. Da avaliação realizada emergem as características fundamentais do projeto, para se constituir como um exemplo a adotar, adaptar, integrar ou (re)construir, sobretudo no respeitante à sua organização, estrutura e funcionamento. Destacam-se os seguintes pontos: (i) a organização envolveu 1 ONGD e 3 IES, centrou-se nas dinâmicas e formação das ESE e IES, integrouse na atividade profissional dos/das participantes; (ii) a estrutura envolveu diferentes abordagens de desenvolvimento profissional e participantes diversificados; contemplou momentos de sistematização e momentos de avaliação. (ii) o funcionamento teve como ponto de partida o diagnóstico sobre as conceções e práticas de ED/ECG dos/das participantes/instituições, e valorizou o trabalho colaborativo. Fez igualmente parte deste processo avaliativo deixar conclusões e recomendações de forma a apontar possíveis caminhos de continuidade das atividades, dinâmicas e processos criados. |
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| Autores principais: | Martins, Cristina |
| Outros Autores: | Bergano, Sofia; Rodrigues, Maria José |
| Assunto: | Avaliação Práticas de ED/ECG Trabalho colaborativo Reflexão Research Subject Categories::SOCIAL SCIENCES::Social sciences::Education |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O projeto “Escolas Transformadoras: contributos para uma mudança social a partir da Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania global na escola” (2018-2020), foi proposto pela Fundação Gonçalo da Silveira e teve como entidades parceiras as Escolas Superiores de Educação de Santarém e Viana do Castelo e o Instituto Politécnico de Beja e como entidade financiadora o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua. Previu no seu plano de ação a existência de uma equipa externa para a realização da avaliação. Surgiu, neste contexto, a Escola Superior de Educação de Bragança. As suas funções foram: (i) construir um modelo de avaliação do projeto; (ii) desenvolver o modelo e a(s) metodologia(s) proposta(s); e (iii) produzir um relatório final. Foi assumido, pela equipa de avaliação, que qualquer projeto que se queira credível integra o processo de avaliação de forma intencional e requer a recolha de informação precisa e detalhada sobre os objetivos, as estratégias, os resultados, as dificuldades e os efeitos imprevistos, entre outros aspetos. A avaliação externa realizou-se em articulação e em complementaridade com a avaliação realizada pela equipa do projeto e incidiu na execução e na qualidade do mesmo. O primeiro contacto com o projeto centrou-se na análise interpretativa da documentação produzida pela equipa no seu decurso. Desenvolveu-se em colaboração com a equipa parceira, num ambiente de partilha de ideias e de reflexão. Foi efetuada uma apreciação baseada nas características da análise SWOT. Da avaliação realizada emergem as características fundamentais do projeto, para se constituir como um exemplo a adotar, adaptar, integrar ou (re)construir, sobretudo no respeitante à sua organização, estrutura e funcionamento. Destacam-se os seguintes pontos: (i) a organização envolveu 1 ONGD e 3 IES, centrou-se nas dinâmicas e formação das ESE e IES, integrouse na atividade profissional dos/das participantes; (ii) a estrutura envolveu diferentes abordagens de desenvolvimento profissional e participantes diversificados; contemplou momentos de sistematização e momentos de avaliação. (ii) o funcionamento teve como ponto de partida o diagnóstico sobre as conceções e práticas de ED/ECG dos/das participantes/instituições, e valorizou o trabalho colaborativo. Fez igualmente parte deste processo avaliativo deixar conclusões e recomendações de forma a apontar possíveis caminhos de continuidade das atividades, dinâmicas e processos criados. |
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