Publicação
Vida ativa em vez de envelhecimento ativo: o contributo da animação sociocultural
| Resumo: | Nesta comunicação procuramos conceptualizar o envelhecimento ativo à luz do paradigma da continuidade do ciclo de vida e da assunção do idoso, ele próprio, como um recurso enquanto pessoa, como o ator principal da sua vida, na sua dimensão biopsicossocial, com todas as suas virtudes e fragilidades próprias de uma vida vivida. Esta forma de conceptualizar o idoso e o envelhecimento conduz-nos a privilegiar a ideia de vida ativa em detrimento da ideia de envelhecimento ativo. A ideia de vida ativa tem vários méritos que asseguram com mais eficácia os desideratos do envelhecimento ativo, designadamente: desdramatiza a questão do momento da senescência e do declínio psicossocial dos indivíduos; atenua o risco de crise identitária da entrada na reforma; é facilitadora do desenvolvimento de atividades intergeracionais espontâneas; diminui o risco de idadismo e outras estereotipias; e, é uma estratégia potenciadora da saúde e qualidade de vida das pessoas. A ideia de vida ativa sugere, igualmente, a importância dos indivíduos, em qualquer idade, poderem disfrutar da cidadania plena sem serem alvo de qualquer tipo de exclusão social. A ideia de vida ativa tem implícita a aprendizagem ao longo da vida e, neste sentido, destacamos o papel fundamental da Animação Sociocultural nos processos educacionais e de socialização dos indivíduos. |
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| Autores principais: | Pereira, Fernando A. |
| Outros Autores: | Cunha, Lúcia |
| Assunto: | Envelhecimento Vida ativa Educação Socialização Identidade pessoal Cultura |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Nesta comunicação procuramos conceptualizar o envelhecimento ativo à luz do paradigma da continuidade do ciclo de vida e da assunção do idoso, ele próprio, como um recurso enquanto pessoa, como o ator principal da sua vida, na sua dimensão biopsicossocial, com todas as suas virtudes e fragilidades próprias de uma vida vivida. Esta forma de conceptualizar o idoso e o envelhecimento conduz-nos a privilegiar a ideia de vida ativa em detrimento da ideia de envelhecimento ativo. A ideia de vida ativa tem vários méritos que asseguram com mais eficácia os desideratos do envelhecimento ativo, designadamente: desdramatiza a questão do momento da senescência e do declínio psicossocial dos indivíduos; atenua o risco de crise identitária da entrada na reforma; é facilitadora do desenvolvimento de atividades intergeracionais espontâneas; diminui o risco de idadismo e outras estereotipias; e, é uma estratégia potenciadora da saúde e qualidade de vida das pessoas. A ideia de vida ativa sugere, igualmente, a importância dos indivíduos, em qualquer idade, poderem disfrutar da cidadania plena sem serem alvo de qualquer tipo de exclusão social. A ideia de vida ativa tem implícita a aprendizagem ao longo da vida e, neste sentido, destacamos o papel fundamental da Animação Sociocultural nos processos educacionais e de socialização dos indivíduos. |
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