Publicação
Barreiras à Comunicação entre Enfermeiros e Doentes em Contexto de Urgência: Perceções e Estratégias para a sua Superação
| Resumo: | O presente relatório de estágio surge no âmbito do Mestrado em Enfermagem Médico-Cirúrgica na área de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica, da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança. O documento encontra-se estruturado em duas partes fundamentais que refletem o percurso de desenvolvimento de competências avançadas e a investigação científica. A primeira parte consiste numa análise crítico-reflexiva das atividades desenvolvidas ao longo dos três Estágios, realizados no Serviço de Hemodiálise, no Serviço de Urgência e no Serviço de Medicina Intensiva do Hospital Pedro Hispano (Unidade Local de Saúde de Matosinhos). Esta secção evidencia a aquisição e consolidação de competências comuns e específicas do Enfermeiro Especialista, com especial foco na prestação de cuidados de elevada complexidade à pessoa em situação crítica, na gestão da melhoria contínua da qualidade e na promoção de um ambiente terapêutico seguro. A segunda parte apresenta um estudo de investigação transversal, descritivo e de abordagem mista, intitulado "Barreiras à Comunicação entre Enfermeiros e Doentes em Contexto de Urgência: Perceções e Estratégias para a sua Superação", estruturado sob a forma de artigo científico. O estudo, que envolveu a participação de 78 enfermeiros através de questionários e 7 entrevistas semiestruturadas, teve como objetivo identificar os fatores que dificultam a comunicação neste contexto exigente e as estratégias sugeridas para mitigar esta problemática. Os resultados revelaram que as principais barreiras são de natureza organizacional (elevada carga de trabalho e interrupções), ambiental (ruído e falta de privacidade) e profissional (stress e falta de formação específica). O estudo conclui destacando a necessidade de intervenções organizacionais e de investimento na formação em competências comunicacionais para assegurar a qualidade e a humanização dos cuidados de enfermagem. |
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| Autores principais: | Miranda, Sónia Patricia da Mota |
| Assunto: | Enfermagem médico-cirúrgica Cuidados críticos Serviço de urgência Comunicação em saúde Relação enfermeiro-doente |
| Ano: | 2026 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O presente relatório de estágio surge no âmbito do Mestrado em Enfermagem Médico-Cirúrgica na área de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica, da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança. O documento encontra-se estruturado em duas partes fundamentais que refletem o percurso de desenvolvimento de competências avançadas e a investigação científica. A primeira parte consiste numa análise crítico-reflexiva das atividades desenvolvidas ao longo dos três Estágios, realizados no Serviço de Hemodiálise, no Serviço de Urgência e no Serviço de Medicina Intensiva do Hospital Pedro Hispano (Unidade Local de Saúde de Matosinhos). Esta secção evidencia a aquisição e consolidação de competências comuns e específicas do Enfermeiro Especialista, com especial foco na prestação de cuidados de elevada complexidade à pessoa em situação crítica, na gestão da melhoria contínua da qualidade e na promoção de um ambiente terapêutico seguro. A segunda parte apresenta um estudo de investigação transversal, descritivo e de abordagem mista, intitulado "Barreiras à Comunicação entre Enfermeiros e Doentes em Contexto de Urgência: Perceções e Estratégias para a sua Superação", estruturado sob a forma de artigo científico. O estudo, que envolveu a participação de 78 enfermeiros através de questionários e 7 entrevistas semiestruturadas, teve como objetivo identificar os fatores que dificultam a comunicação neste contexto exigente e as estratégias sugeridas para mitigar esta problemática. Os resultados revelaram que as principais barreiras são de natureza organizacional (elevada carga de trabalho e interrupções), ambiental (ruído e falta de privacidade) e profissional (stress e falta de formação específica). O estudo conclui destacando a necessidade de intervenções organizacionais e de investimento na formação em competências comunicacionais para assegurar a qualidade e a humanização dos cuidados de enfermagem. |
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