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A diáspora dos judeus sefarditas no espaço lusófono: memórias de Branca Dias

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com base em investigação biobibliográfica e na análise do romance: Memórias de Branca Dias (2009), de Miguel Real, pretendemos redimensionar a figura dos judeus que emigraram para o espaço lusófono, perseguidos pela Inquisição portuguesa, com base na personagem histórica: Branca Dias. Desta forma, apresentá-la-emos como símbolo da mulher judia, fugida do terror inquisitorial, que lutou pela vida, pela liberdade religiosa e pela igualdade sexual, no Brasil do séc. XVI. O romance supracitado contém os elementos pelos quais Linda Hutcheon (1991) define metaficção historiográfica. Neste sentido, baseamos a leitura crítica que fizemos deste romance nos estudos que indicam o romance histórico contemporâneo como uma releitura crítica do passado.
Autores principais:Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo
Assunto:Judeus Diáspora Inquisição Branca Dias
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Com base em investigação biobibliográfica e na análise do romance: Memórias de Branca Dias (2009), de Miguel Real, pretendemos redimensionar a figura dos judeus que emigraram para o espaço lusófono, perseguidos pela Inquisição portuguesa, com base na personagem histórica: Branca Dias. Desta forma, apresentá-la-emos como símbolo da mulher judia, fugida do terror inquisitorial, que lutou pela vida, pela liberdade religiosa e pela igualdade sexual, no Brasil do séc. XVI. O romance supracitado contém os elementos pelos quais Linda Hutcheon (1991) define metaficção historiográfica. Neste sentido, baseamos a leitura crítica que fizemos deste romance nos estudos que indicam o romance histórico contemporâneo como uma releitura crítica do passado.