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Imparidades em créditos concedidos e a sua relação com a manipulação de resultados em bancos portugueses

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação teve como objetivo analisar a relação existente entre as Imparidades dos Créditos Concedidos e a Manipulação dos Resultados, visto que esta questão tem sido bastante discutida na literatura ao longo dos anos. Posto isto, de forma a analisar esta relação, o objeto de estudo foram bancos em Portugal. O período de análise do estudo está compreendido entre os anos 2005 e 2019, sendo que todos os dados foram retirados dos seus respetivos sites, da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e do Banco de Portugal (BP). O estudo teve como base 10 bancos, contando com cerca de 103 observações. Primeiramente, foi utilizado o modelo de Jones (1991) modificado por Ugbede et. al. (2013) para o setor bancário. Este modelo foi utilizado para calcular os accruals discricionários, que nos forneciam os valores da manipulação de resultados. Depois de obtidos os accruals discricionários, foi utlizada uma regressão linear para calcular a relação entre as imparidades e a manipulação dos resultados. Tendo em consideração os resultados obtidos através da regressão linear, e após a análise dos mesmos, foi possível verificar que existe uma relação significativa entre as variáveis em estudo, validando assim a hipótese de investigação.
Autores principais:Pinto, Rui Manuel Moreira
Assunto:Bancos Portugueses Manipulação de Resultados Imparidade Accrualls
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A presente dissertação teve como objetivo analisar a relação existente entre as Imparidades dos Créditos Concedidos e a Manipulação dos Resultados, visto que esta questão tem sido bastante discutida na literatura ao longo dos anos. Posto isto, de forma a analisar esta relação, o objeto de estudo foram bancos em Portugal. O período de análise do estudo está compreendido entre os anos 2005 e 2019, sendo que todos os dados foram retirados dos seus respetivos sites, da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e do Banco de Portugal (BP). O estudo teve como base 10 bancos, contando com cerca de 103 observações. Primeiramente, foi utilizado o modelo de Jones (1991) modificado por Ugbede et. al. (2013) para o setor bancário. Este modelo foi utilizado para calcular os accruals discricionários, que nos forneciam os valores da manipulação de resultados. Depois de obtidos os accruals discricionários, foi utlizada uma regressão linear para calcular a relação entre as imparidades e a manipulação dos resultados. Tendo em consideração os resultados obtidos através da regressão linear, e após a análise dos mesmos, foi possível verificar que existe uma relação significativa entre as variáveis em estudo, validando assim a hipótese de investigação.