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Grande Rota Mariana de Trás-os-Montes a Fátima

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As rotas turísticas são estruturas de captação de recursos e produtos que valorizam os locais visitados conferindo conhecimento a quem as percorre; podem ser integradas, temáticas ou específicas, circulares ou lineares, locais, regionais, nacionais ou internacionais, pequenas ou grandes. Têm como objetivo principal «vender» um território que, pelas suas características e valores singulares, pretendem atrair a visita de potenciais consumidores. Ao longo do itinerário deverão ser especificados os lugares de passagem e/ou paragem, onde é proposto um conjunto de atividades e serviços que poderão ser usados pelos utilizadores da Rota. Em simultâneo, pretende-se que o itinerário seja seguro, atrativo e diferenciador, combinando recursos ambientais, históricos e culturais sendo, para isso, absolutamente necessário reunir com os diversos atores locais públicos e privados que têm a sua atividade profissional ao longo da Rota (como por exemplo, população local, freguesias, municípios, associações, Dioceses, empresas, Turismo de Portugal), de modo a que se potenciem todos os recursos de interesse local. A “Grande Rota Mariana Trás-os-Montes - Fátima” com início na capital do distrito de Bragança, junto à Catedral e terminará no Santuário de Fátima, o maior santuário mariano português. A «espinha dorsal» será entre as cidades de Bragança e Fátima, passando pelos concelhos de Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Vila Flor, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Meda, Trancoso, Celorico da Beira, Gouveia, Seia, Oliveira do Hospital, Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Penela, Ansião, Alvaiázere e Ourém. A ligação dos restantes municípios pertencentes à Diocese de Bragança-Miranda, deverá ser efetuada através da criação de Pequenas Rotas de acesso à Grande Rota. Os objetivos são alcançados com recursos a dois níveis de análise: fontes primárias e secundárias. Nas fontes primárias optou-se pela realização de entrevistas realizadas aos guias e peregrinos que se deslocam a pé ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima; fontes secundárias recorreu-se a bibliografia especializada acerca das temáticas do turismo religioso, peregrinação, peregrino e turista religioso, devoção mariana e pedestrianismo, bem como à identificação dos itinerários atuais e da proposta de Grande Rota com base em ferramentas de Sistemas de Informação Geográfica que contribuíram como apport teórico deste projeto.
Autores principais:Carvalho, Aida
Outros Autores:Teixeira, Betina; Gouveia, Maria
Assunto:Turismo cultural Rotas culturais Turismo religioso Bragança Mirandela
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:As rotas turísticas são estruturas de captação de recursos e produtos que valorizam os locais visitados conferindo conhecimento a quem as percorre; podem ser integradas, temáticas ou específicas, circulares ou lineares, locais, regionais, nacionais ou internacionais, pequenas ou grandes. Têm como objetivo principal «vender» um território que, pelas suas características e valores singulares, pretendem atrair a visita de potenciais consumidores. Ao longo do itinerário deverão ser especificados os lugares de passagem e/ou paragem, onde é proposto um conjunto de atividades e serviços que poderão ser usados pelos utilizadores da Rota. Em simultâneo, pretende-se que o itinerário seja seguro, atrativo e diferenciador, combinando recursos ambientais, históricos e culturais sendo, para isso, absolutamente necessário reunir com os diversos atores locais públicos e privados que têm a sua atividade profissional ao longo da Rota (como por exemplo, população local, freguesias, municípios, associações, Dioceses, empresas, Turismo de Portugal), de modo a que se potenciem todos os recursos de interesse local. A “Grande Rota Mariana Trás-os-Montes - Fátima” com início na capital do distrito de Bragança, junto à Catedral e terminará no Santuário de Fátima, o maior santuário mariano português. A «espinha dorsal» será entre as cidades de Bragança e Fátima, passando pelos concelhos de Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Vila Flor, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Meda, Trancoso, Celorico da Beira, Gouveia, Seia, Oliveira do Hospital, Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Penela, Ansião, Alvaiázere e Ourém. A ligação dos restantes municípios pertencentes à Diocese de Bragança-Miranda, deverá ser efetuada através da criação de Pequenas Rotas de acesso à Grande Rota. Os objetivos são alcançados com recursos a dois níveis de análise: fontes primárias e secundárias. Nas fontes primárias optou-se pela realização de entrevistas realizadas aos guias e peregrinos que se deslocam a pé ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima; fontes secundárias recorreu-se a bibliografia especializada acerca das temáticas do turismo religioso, peregrinação, peregrino e turista religioso, devoção mariana e pedestrianismo, bem como à identificação dos itinerários atuais e da proposta de Grande Rota com base em ferramentas de Sistemas de Informação Geográfica que contribuíram como apport teórico deste projeto.