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A análise da economia circular (EC) numa instituições de ensino superior (IES)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O crescimento populacional e as mudanças climáticas exercem pressão sobre os recursos hídricos, cruciais para o abastecimento de água potável e a sustentação de ecossistemas globais. As áreas montanhosas são particularmente vulneráveis a essas mudanças, influenciando eventos extremos como enchentes e secas. Este estudo investigou o uso do Sistema de Informações Geográficas (SIG) para caracterizar bacias hidrográficas em regiões montanhosas, focando na eficácia do método do Soil Conservation Service (SCS) para estimar o fluxo de água. Utilizando dados de Modelo Digital de Elevação, o SIG permitiu a delimitação precisa das áreas e análise detalhada do relevo, fornecendo informações cruciais para o modelo do SCS. Baseado na caracterização física e análise do solo, identificaram-se variáveis como a precipitação útil (hu) e tempo para ponta (tp), dependentes de fatores como precipitação média (P) e número de escoamento (N). Os resultados de caudal de pico (ex.: QP100anos = 525,8 m3/s) estimados para a bacia do alto Sabor demonstraram eficácia do método, corroborando estudos anteriores, onde 60% do escoamento total é composto pelo escoamento direto. A validação permitiu correlacionar variáveis e entender suas influências no comportamento hidrológico da bacia. Ficou evidente que medidas físicas e geométricas da bacia desempenham papel crucial na resposta do caudal de pico, destacando-se área e comprimento das linhas d'água. Simulações mostraram que aumentos de 10% na precipitação média resultaram em aumentos correspondentes no caudal, enquanto mudanças no coeficiente de escoamento também influenciaram o caudal de pico. Este estudo contribui para compreender a dinâmica hidrológica em regiões montanhosas, ressaltando a importância de considerer características físicas, geométricas, e mudanças climáticas e de uso do solo na previsão e mitigação de impactos de eventos extremos.
Autores principais:Bozz, Deborah
Assunto:Economia circular Instituição de Ensino Superior Indicadores
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O crescimento populacional e as mudanças climáticas exercem pressão sobre os recursos hídricos, cruciais para o abastecimento de água potável e a sustentação de ecossistemas globais. As áreas montanhosas são particularmente vulneráveis a essas mudanças, influenciando eventos extremos como enchentes e secas. Este estudo investigou o uso do Sistema de Informações Geográficas (SIG) para caracterizar bacias hidrográficas em regiões montanhosas, focando na eficácia do método do Soil Conservation Service (SCS) para estimar o fluxo de água. Utilizando dados de Modelo Digital de Elevação, o SIG permitiu a delimitação precisa das áreas e análise detalhada do relevo, fornecendo informações cruciais para o modelo do SCS. Baseado na caracterização física e análise do solo, identificaram-se variáveis como a precipitação útil (hu) e tempo para ponta (tp), dependentes de fatores como precipitação média (P) e número de escoamento (N). Os resultados de caudal de pico (ex.: QP100anos = 525,8 m3/s) estimados para a bacia do alto Sabor demonstraram eficácia do método, corroborando estudos anteriores, onde 60% do escoamento total é composto pelo escoamento direto. A validação permitiu correlacionar variáveis e entender suas influências no comportamento hidrológico da bacia. Ficou evidente que medidas físicas e geométricas da bacia desempenham papel crucial na resposta do caudal de pico, destacando-se área e comprimento das linhas d'água. Simulações mostraram que aumentos de 10% na precipitação média resultaram em aumentos correspondentes no caudal, enquanto mudanças no coeficiente de escoamento também influenciaram o caudal de pico. Este estudo contribui para compreender a dinâmica hidrológica em regiões montanhosas, ressaltando a importância de considerer características físicas, geométricas, e mudanças climáticas e de uso do solo na previsão e mitigação de impactos de eventos extremos.