Publicação
Acessibilidade digital dos museus – o caso da rede portuguesa de museus na região Porto e Norte
| Resumo: | Nos últimos anos assistiu-se ao aumento do número de tecnologias assistidas que os Museus utilizam para envolver o visitante de um modo completamente novo. As tecnologias de informação e comunicação oferecem novas oportunidades para envolver o visitante no ambiente museológico, seja dentro ou fora de portas, adotando experiências culturais interativas, com o intuito de serem acessíveis a todos os visitantes. A presente dissertação tem como questão de partida: Os museus estão preparados para acolher um visitante digital? O visitante digital de um museu, não é apenas aquele que está atrás do computador, mas todo aquele que utiliza outras ferramentas digitais para o aceder e entender. Os museus devem adotar e desenvolver mecanismos que promovam a acessibilidade intelectual e que adaptem a sua comunicação aos seus mais diversos visitantes, para que a interação prevaleça. Neste sentido, a presente pesquisa teve como objetivo principal a identificação e análise de ferramentas digitais e técnicas de comunicação utilizadas pelos museus, em ambiente web e in loco, que promovem a Acessibilidade Digital. Na primeira fase, para a análise dos websites dos museus, foi criada uma matriz de variáveis que define a Acessibilidade Digital, em função das ferramentas digitais e técnicas de comunicação identificadas na revisão de literatura. Da análise resultou uma matriz que define Acessibilidade em três dimensões: Visibilidade, Usabilidade e Interatividade. Para cada uma destas dimensões foram identificadas variáveis (no total de 28 variáveis), possíveis de observar e testar, por forma a serem consideradas ativas nos websites dos museus. Numa segunda fase, aplicou-se um questionário online a todos os museus da amostra com o propósito de recolher informação complementar e obtiveram-se 22 respostas. Os resultados obtidos na análise dos websites são abaixo do expectável, pois em nenhum dos websites foram identificadas a totalidade das variáveis referenciadas. Existem museus com percentagens inferiores a 10%, tendo apenas um museu com percentagem superior a 50%. Da análise dos questionários, percebe-se que existe uma maior preocupação com a diversidade dos visitantes, devido à conjugação de técnicas de comunicação multiformato com equipamentos/ferramentas digitais. |
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| Autores principais: | Silva, Elisabete da Graça Cascais da |
| Assunto: | Museu Acessibilidade Comunicação Ferramentas digitais |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Nos últimos anos assistiu-se ao aumento do número de tecnologias assistidas que os Museus utilizam para envolver o visitante de um modo completamente novo. As tecnologias de informação e comunicação oferecem novas oportunidades para envolver o visitante no ambiente museológico, seja dentro ou fora de portas, adotando experiências culturais interativas, com o intuito de serem acessíveis a todos os visitantes. A presente dissertação tem como questão de partida: Os museus estão preparados para acolher um visitante digital? O visitante digital de um museu, não é apenas aquele que está atrás do computador, mas todo aquele que utiliza outras ferramentas digitais para o aceder e entender. Os museus devem adotar e desenvolver mecanismos que promovam a acessibilidade intelectual e que adaptem a sua comunicação aos seus mais diversos visitantes, para que a interação prevaleça. Neste sentido, a presente pesquisa teve como objetivo principal a identificação e análise de ferramentas digitais e técnicas de comunicação utilizadas pelos museus, em ambiente web e in loco, que promovem a Acessibilidade Digital. Na primeira fase, para a análise dos websites dos museus, foi criada uma matriz de variáveis que define a Acessibilidade Digital, em função das ferramentas digitais e técnicas de comunicação identificadas na revisão de literatura. Da análise resultou uma matriz que define Acessibilidade em três dimensões: Visibilidade, Usabilidade e Interatividade. Para cada uma destas dimensões foram identificadas variáveis (no total de 28 variáveis), possíveis de observar e testar, por forma a serem consideradas ativas nos websites dos museus. Numa segunda fase, aplicou-se um questionário online a todos os museus da amostra com o propósito de recolher informação complementar e obtiveram-se 22 respostas. Os resultados obtidos na análise dos websites são abaixo do expectável, pois em nenhum dos websites foram identificadas a totalidade das variáveis referenciadas. Existem museus com percentagens inferiores a 10%, tendo apenas um museu com percentagem superior a 50%. Da análise dos questionários, percebe-se que existe uma maior preocupação com a diversidade dos visitantes, devido à conjugação de técnicas de comunicação multiformato com equipamentos/ferramentas digitais. |
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