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Visitas familiares e envolvimento afetivo: indicadores da dinâmica relacional no contexto da institucionalização

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A institucionalização de idosos representa uma decisão complexa, frequentemente associada a mudanças nas dinâmicas familiares. A frequência de visitas e o envolvimento nas atividades de vida diária do idoso institucionalizado podem ser indicadores da qualidade da relação afetiva e da funcionalidade familiar. Analisar a relação entre a frequência de visitas, as idas a casa e a perceção da funcionalidade familiar no contexto de idosos institucionalizados. Metodologia quantitativa, observacional, descritivo e correlacional, realizado com amostragem não probabilística por conveniência com 106 familiares de idosos institucionalizados num concelho do Norte de Portugal. Aplicou-se um questionário sociodemográfico e as escalas APGAR Familiar e FACES II. O estudo respeitou os princípios éticos da Declaração de Helsínquia e da Convenção de Oviedo, com parecer favorável da comissão de ética do IPB.
Autores principais:Santos, Jessica Caseiro
Outros Autores:Brás, Manuel Alberto; Anes, Eugénia
Assunto:Visitas familiares
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A institucionalização de idosos representa uma decisão complexa, frequentemente associada a mudanças nas dinâmicas familiares. A frequência de visitas e o envolvimento nas atividades de vida diária do idoso institucionalizado podem ser indicadores da qualidade da relação afetiva e da funcionalidade familiar. Analisar a relação entre a frequência de visitas, as idas a casa e a perceção da funcionalidade familiar no contexto de idosos institucionalizados. Metodologia quantitativa, observacional, descritivo e correlacional, realizado com amostragem não probabilística por conveniência com 106 familiares de idosos institucionalizados num concelho do Norte de Portugal. Aplicou-se um questionário sociodemográfico e as escalas APGAR Familiar e FACES II. O estudo respeitou os princípios éticos da Declaração de Helsínquia e da Convenção de Oviedo, com parecer favorável da comissão de ética do IPB.