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Incentivos à mobilidade geográfica de médicos: o caso da ULSNE

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos últimos tempos tem-se assistido a uma degradação dos recursos humanos existentes no setor da saúde. Uma das dimensões que a caracteriza é a má distribuição dos profissionais da saúde, especialmente em carreira médica, e sobretudo na região norte. Apontam-se, como principais fatores que contribuem para esta problemática as más condições de trabalho nas zonas mais carenciadas e o receio da não progressão profissional. Face a estas dificuldades, os responsáveis pela gestão de recursos humanos em saúde, através de instrumentos de gestão estratégica, tentam garantir o número de profissionais necessários para assegurar os serviços de saúde à população. Reconhece-se, assim, a importância da atribuição de incentivos aos profissionais como uma possível solução para a fixação de médicos nas zonas carenciadas (Buykx, Humphreys, Wakerman, & Pashen, 2010; Lehmann, Dieleman, & Martineau, 2008). Em Portugal, a atribuição de incentivos à mobilidade geográfica de médicos está estabelecida no Decreto-Lei n.o 101/2015, de 4 de junho, entretanto alterado pelo Decreto-Lei n.o 15/2017, de 27 de janeiro. Neste contexto, o principal objetivo do estudo baseou- se em perceber se esta atribuição de incentivos fixou médicos na Unidade Local de Saúde do Nordeste, E.P.E. (ULSNE), e se o seu impacto na unidade foi significativo e resolutivo, através de uma análise comparativa aos Decretos-Lei e Despachos mencionados anteriormente, e aos seus resultados.
Autores principais:Mesquita, Sofia Alexandra Lourenço
Outros Autores:Costa, Cláudia S.; Pires, Rui A.R.
Assunto:Fixação de médicos Incentivos Zonas carenciadas ULSNE
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Nos últimos tempos tem-se assistido a uma degradação dos recursos humanos existentes no setor da saúde. Uma das dimensões que a caracteriza é a má distribuição dos profissionais da saúde, especialmente em carreira médica, e sobretudo na região norte. Apontam-se, como principais fatores que contribuem para esta problemática as más condições de trabalho nas zonas mais carenciadas e o receio da não progressão profissional. Face a estas dificuldades, os responsáveis pela gestão de recursos humanos em saúde, através de instrumentos de gestão estratégica, tentam garantir o número de profissionais necessários para assegurar os serviços de saúde à população. Reconhece-se, assim, a importância da atribuição de incentivos aos profissionais como uma possível solução para a fixação de médicos nas zonas carenciadas (Buykx, Humphreys, Wakerman, & Pashen, 2010; Lehmann, Dieleman, & Martineau, 2008). Em Portugal, a atribuição de incentivos à mobilidade geográfica de médicos está estabelecida no Decreto-Lei n.o 101/2015, de 4 de junho, entretanto alterado pelo Decreto-Lei n.o 15/2017, de 27 de janeiro. Neste contexto, o principal objetivo do estudo baseou- se em perceber se esta atribuição de incentivos fixou médicos na Unidade Local de Saúde do Nordeste, E.P.E. (ULSNE), e se o seu impacto na unidade foi significativo e resolutivo, através de uma análise comparativa aos Decretos-Lei e Despachos mencionados anteriormente, e aos seus resultados.