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As regras em contexto pré-escolar: perspetiva das crianças, pais e educadora

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta investigação foi realizada no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar, durante o período de estágio, e apresenta como objetivo analisar a perceção dos pais, das crianças e de uma educadora de infância acerca da construção e funcionalidade das regras. A amostra foi constituída por 22 crianças, com idades compreendidas entre os três e os seis anos, 22 pais e uma educadora. Este foi um estudo qualitativo, tendo os dados sido recolhidos através de questionários e entrevistas. Os resultados indicaram que as crianças reconhecem a existência de regras no JI e em casa, embora as cumpram essencialmente pelo medo da punição. Os pais e a educadora perspetivam as regras e os limites como fundamentais para o desenvolvimento da criança e defendem a necessidade de uma parceria entre os dois contextos. Adicionalmente, na perceção dos adultos, o diálogo surgiu como a estratégia mais utilizada perante o não cumprimento de regras, enquanto na perceção das crianças a estratégia mais salientada foi a punição.
Autores principais:Luís, Diana Patrícia França
Assunto:Educação Pré-Escolar Limites Perceção dos Educadores de Infância Perceção dos Pais Regras
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:Esta investigação foi realizada no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar, durante o período de estágio, e apresenta como objetivo analisar a perceção dos pais, das crianças e de uma educadora de infância acerca da construção e funcionalidade das regras. A amostra foi constituída por 22 crianças, com idades compreendidas entre os três e os seis anos, 22 pais e uma educadora. Este foi um estudo qualitativo, tendo os dados sido recolhidos através de questionários e entrevistas. Os resultados indicaram que as crianças reconhecem a existência de regras no JI e em casa, embora as cumpram essencialmente pelo medo da punição. Os pais e a educadora perspetivam as regras e os limites como fundamentais para o desenvolvimento da criança e defendem a necessidade de uma parceria entre os dois contextos. Adicionalmente, na perceção dos adultos, o diálogo surgiu como a estratégia mais utilizada perante o não cumprimento de regras, enquanto na perceção das crianças a estratégia mais salientada foi a punição.