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Identidade e imagem do Brasil nos Jogos Rio 2016: um estudo de caso em place branding

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em um cenário global marcado pela intensificação da globalização e pela competição entre territórios por atenção, turismo, tecnologia e investimentos, o conceito de place branding surgiu como ferramenta estratégica para a promoção de cidades e países. Na era da comunicação em rede, eventos de grande escala como os Jogos Olímpicos tornaram-se plataformas ideais para construção e projeção de imagens. A partir disso, esta dissertação analisa as estratégias de place branding nos Jogos Rio 2016 com base no framework de Kavaratzis, que categoriza a comunicação em três dimensões: primária, secundária e terciária. O estudo observa os megaeventos não apenas como impulsores econômicos, mas como espaços simbólicos que influenciam percepções globais. Para o Brasil, sediar os Jogos foi uma tentativa de reposicionamento internacional, alinhada à imagem de país alegre, acolhedor, diverso e moderno. No entanto, a narrativa criada enfrentou tensões e se distanciou dos desafios reais vividos no contexto. A dissertação adota abordagem qualitativa e descritiva, com base em análise documental e discursiva de fontes secundárias, como campanhas, peças publicitárias, notícias e redes sociais. Os resultados mostram que, apesar do desempenho simbólico, as estratégias enfrentaram limitações práticas diante das tensões internas e do olhar externo. O caso Rio 2016 evidencia tanto o potencial quanto os limites do place branding em contextos globalizados.
Autores principais:Amorim, Radharani Claro de
Assunto:Place Branding Megaeventos Olimpíadas Rio 2016 Marketing de Lugar Mega-Events Rio 2016 Olympics Place Marketing
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:Em um cenário global marcado pela intensificação da globalização e pela competição entre territórios por atenção, turismo, tecnologia e investimentos, o conceito de place branding surgiu como ferramenta estratégica para a promoção de cidades e países. Na era da comunicação em rede, eventos de grande escala como os Jogos Olímpicos tornaram-se plataformas ideais para construção e projeção de imagens. A partir disso, esta dissertação analisa as estratégias de place branding nos Jogos Rio 2016 com base no framework de Kavaratzis, que categoriza a comunicação em três dimensões: primária, secundária e terciária. O estudo observa os megaeventos não apenas como impulsores econômicos, mas como espaços simbólicos que influenciam percepções globais. Para o Brasil, sediar os Jogos foi uma tentativa de reposicionamento internacional, alinhada à imagem de país alegre, acolhedor, diverso e moderno. No entanto, a narrativa criada enfrentou tensões e se distanciou dos desafios reais vividos no contexto. A dissertação adota abordagem qualitativa e descritiva, com base em análise documental e discursiva de fontes secundárias, como campanhas, peças publicitárias, notícias e redes sociais. Os resultados mostram que, apesar do desempenho simbólico, as estratégias enfrentaram limitações práticas diante das tensões internas e do olhar externo. O caso Rio 2016 evidencia tanto o potencial quanto os limites do place branding em contextos globalizados.