Publicação
Contributo para a avaliação da pegada de carbono numa indústria de panificação
| Resumo: | A sustentabilidade alimentar, conforme definida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), envolve a criação de um sistema que assegura alimentos seguros e nutritivos para a população global sem comprometer os pilares econômicos, sociais e ambientais para as futuras gerações. Este conceito, que abrange cinco dimensões essenciais — saúde, ambiente, economia, sociedade e cultura —, evoluiu para atender aos desafios contemporâneos, como a redução do desperdício alimentar, a conservação de recursos naturais e a promoção de práticas agrícolas e industriais que minimizem impactos ambientais. Com a crescente conscientização dos consumidores sobre os efeitos das mudanças climáticas, a indústria alimentar enfrenta a necessidade de adotar ferramentas de gestão ambiental, como a avaliação da Pegada de Carbono, para quantificar e divulgar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE).Este estudo teve como objetivo identificar e propor medidas à uma indústria de panificação com a intenção de reduzir suas emissões de CO₂. Através da análise da pegada de carbono da empresa, foram identificadas fontes significativas de emissões, especialmente relacionadas ao consumo de energia elétrica. A pesquisa mostrou que 93,6% das emissões de carbono de uma determinada linha de produção de tostas, foram emitidas pelo consumo de energia elétrica. Com estes dados foram propostas adoções de estratégias como a melhoria da eficiência energética, a implementação de fontes de energia renovável, a otimização dos processos produtivos e o monitoramento contínuo do consumo energético. As medidas sugeridas visam não apenas mitigar os impactos ambientais, mas também promover a sustentabilidade operacional e atender às demandas crescentes dos consumidores por práticas mais responsáveis e transparentes. |
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| Autores principais: | Baptista, Gabriela Pinheiro |
| Assunto: | Sustentabilidade alimentar Indústria alimentar Pegada de Carbono Energia |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Politécnico de Coimbra |
| Resumo: | A sustentabilidade alimentar, conforme definida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), envolve a criação de um sistema que assegura alimentos seguros e nutritivos para a população global sem comprometer os pilares econômicos, sociais e ambientais para as futuras gerações. Este conceito, que abrange cinco dimensões essenciais — saúde, ambiente, economia, sociedade e cultura —, evoluiu para atender aos desafios contemporâneos, como a redução do desperdício alimentar, a conservação de recursos naturais e a promoção de práticas agrícolas e industriais que minimizem impactos ambientais. Com a crescente conscientização dos consumidores sobre os efeitos das mudanças climáticas, a indústria alimentar enfrenta a necessidade de adotar ferramentas de gestão ambiental, como a avaliação da Pegada de Carbono, para quantificar e divulgar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE).Este estudo teve como objetivo identificar e propor medidas à uma indústria de panificação com a intenção de reduzir suas emissões de CO₂. Através da análise da pegada de carbono da empresa, foram identificadas fontes significativas de emissões, especialmente relacionadas ao consumo de energia elétrica. A pesquisa mostrou que 93,6% das emissões de carbono de uma determinada linha de produção de tostas, foram emitidas pelo consumo de energia elétrica. Com estes dados foram propostas adoções de estratégias como a melhoria da eficiência energética, a implementação de fontes de energia renovável, a otimização dos processos produtivos e o monitoramento contínuo do consumo energético. As medidas sugeridas visam não apenas mitigar os impactos ambientais, mas também promover a sustentabilidade operacional e atender às demandas crescentes dos consumidores por práticas mais responsáveis e transparentes. |
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