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Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo: Enquadramento Normativo e Análise das medidas de Controlo Interno no Ordenamento Jurídico-Financeiro Português

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Resumo:A presente dissertação analisa e discute o regime da prevenção de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo, com especial enfoque nas medidas de controlo interno plasmadas no ordenamento jurídico português. Para tal fim, procedemos, primeiramente, à análise concetual dos termos, esquemas e formas mais comuns, seguida de uma evolução normativa e legislativa e, por fim, uma abordagem às medidas de controlo interno presentes em Portugal. Concluímos que a cultura e os sistemas de governo preventivos existentes numa organização constituem mecanismos basilares no combate à criminalidade financeira. Ao reconhecer a impossibilidade de erradicar o risco na sua totalidade, torna-se indispensável apelar ao reforço da uniformização normativa e legislativa nos diferentes Estados-Membros. Adicionalmente, sublinhamos a implementação eficiente e eficaz dos sistemas de controlo interno – para o cumprimento da conformidade regulatória, transparência e integridade nas organizações – que embora ofereçam mecanismos sustentáveis, certo é que a sua eficácia depende da cultura organizacional.
Autores principais:Ferreira, Andreia Sofia Fernandes
Assunto:Branqueamento de Capitais Financiamento ao terrorismo Controlo interno Ordenamento Jurídico Português Prevenção
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:A presente dissertação analisa e discute o regime da prevenção de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo, com especial enfoque nas medidas de controlo interno plasmadas no ordenamento jurídico português. Para tal fim, procedemos, primeiramente, à análise concetual dos termos, esquemas e formas mais comuns, seguida de uma evolução normativa e legislativa e, por fim, uma abordagem às medidas de controlo interno presentes em Portugal. Concluímos que a cultura e os sistemas de governo preventivos existentes numa organização constituem mecanismos basilares no combate à criminalidade financeira. Ao reconhecer a impossibilidade de erradicar o risco na sua totalidade, torna-se indispensável apelar ao reforço da uniformização normativa e legislativa nos diferentes Estados-Membros. Adicionalmente, sublinhamos a implementação eficiente e eficaz dos sistemas de controlo interno – para o cumprimento da conformidade regulatória, transparência e integridade nas organizações – que embora ofereçam mecanismos sustentáveis, certo é que a sua eficácia depende da cultura organizacional.