Publicação

Andropausa: como a atenção básica pode ajudar o idoso a enfrentá- la

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo deste estudo foi analisar as atividades realizadas pela equipa multidisciplinar na atenção básica para a promoção e bem estar durante a andropausa, secundariamente identificar os sinais e sintomas relatados por homens com mais de 50 anos, os tipos de tratamento, descrevendo ainda um projeto de educação para a saúde a ser implementado na atenção básica. Tendo uma amostra de 50 homens, foi utilizado como material de colheita de informações um questionário de avaliação da percepção dos aspectos da andropausa e sexualidade dos participantes. O que se observa nos serviços de saúde, é uma abordagem superficial, abreviada e ancorada no parâmetro da medicalização, de modo que a sexualidade, o bem estar de um modo geral, só cabe nas discussões e intervenções profissionais e por repetição na queixa dos usuários se estiver na lógica da fisiopatologia. No cotidiano dos profissionais que trabalham nas unidades básica de saúde, este tema tem passado despercebido e merece maior investimento, para o qual se julga ter contribuído este projeto de intervenção.
Autores principais:Chaves, Elisangela Fernandes de Souza
Assunto:Andropausa Envelhecimento Ativo Sexualidade Homens
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:O objetivo deste estudo foi analisar as atividades realizadas pela equipa multidisciplinar na atenção básica para a promoção e bem estar durante a andropausa, secundariamente identificar os sinais e sintomas relatados por homens com mais de 50 anos, os tipos de tratamento, descrevendo ainda um projeto de educação para a saúde a ser implementado na atenção básica. Tendo uma amostra de 50 homens, foi utilizado como material de colheita de informações um questionário de avaliação da percepção dos aspectos da andropausa e sexualidade dos participantes. O que se observa nos serviços de saúde, é uma abordagem superficial, abreviada e ancorada no parâmetro da medicalização, de modo que a sexualidade, o bem estar de um modo geral, só cabe nas discussões e intervenções profissionais e por repetição na queixa dos usuários se estiver na lógica da fisiopatologia. No cotidiano dos profissionais que trabalham nas unidades básica de saúde, este tema tem passado despercebido e merece maior investimento, para o qual se julga ter contribuído este projeto de intervenção.