Publicação
O perfil de risco do investidor: os fatores no caso português
| Resumo: | O presente trabalho tem como objetivo estabelecer uma relação entre a tolerância ao risco financeiro do potencial investidor e os demais fatores socioculturais e demográficos, procurando ao mesmo tempo providenciar uma base de comparação do caso português com os casos da literatura existente. Para alcançar estas metas recolhemos informação com recurso a um questionário, que nos fornecesse os dados socioculturais e demográficos e permitisse calcular o perfil de risco do inquirido. Após a discriminação da informação recolhida pelas subcategorias das variáveis utlizadas e recorrendo a estatísticas descritivas, estabelecemos a eventual relação do perfil de risco com essas variáveis. De seguida, distribuímos as respostas ao longo da amostra e traçámos um perfil geral da amostra recolhida. Finalmente, com o recurso à Regressão Linear Múltipla, obtivemos um modelo com as variáveis mais significativas no desenho do perfil de risco do investidor potencial. Concluímos que a população portuguesa assume um perfil de risco conservador e que possui uma baixa literacia financeira. Por sua vez, o modelo obtido permitiu-nos concluir que o género, a faixa etária e o grau académico da mãe têm um papel influenciador no perfil de risco. |
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| Autores principais: | Fartaria, Paulo Neves |
| Assunto: | Perfil de risco do investidor Tolerância ao risco financeiro Fatores socioculturais Literacia financeira |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Politécnico de Coimbra |
| Resumo: | O presente trabalho tem como objetivo estabelecer uma relação entre a tolerância ao risco financeiro do potencial investidor e os demais fatores socioculturais e demográficos, procurando ao mesmo tempo providenciar uma base de comparação do caso português com os casos da literatura existente. Para alcançar estas metas recolhemos informação com recurso a um questionário, que nos fornecesse os dados socioculturais e demográficos e permitisse calcular o perfil de risco do inquirido. Após a discriminação da informação recolhida pelas subcategorias das variáveis utlizadas e recorrendo a estatísticas descritivas, estabelecemos a eventual relação do perfil de risco com essas variáveis. De seguida, distribuímos as respostas ao longo da amostra e traçámos um perfil geral da amostra recolhida. Finalmente, com o recurso à Regressão Linear Múltipla, obtivemos um modelo com as variáveis mais significativas no desenho do perfil de risco do investidor potencial. Concluímos que a população portuguesa assume um perfil de risco conservador e que possui uma baixa literacia financeira. Por sua vez, o modelo obtido permitiu-nos concluir que o género, a faixa etária e o grau académico da mãe têm um papel influenciador no perfil de risco. |
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