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Avaliação do conhecimento dos efeitos solares numa população de agricultores do Baixo Mondego

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: A incidência do cancro cutâneo tem aumentado exponencialmente, devido a exposição solar inadequada e excessiva. Na generalidade os agricultores estão bastante expostos ao sol, em épocas de sementeira e na colheita das culturas, começam a trabalhar antes do sol nascer e terminam o trabalho depois do pôr-do-sol. Este projeto avalia os conhecimentos dos efeitos solares, a proteção solar utilizada, e o índice de cancro cutâneo numa população de agricultores do Baixo Mondego. Material e métodos: A população-alvo do estudo foram os agricultores do Baixo Mondego, 159 indivíduos, aos quais foi aplicado um questionário anónimo tendo garantida a confidencialidade e direito a não resposta, após ser obtido o consentimento informado. Resultados e discussão: Dos 159 entrevistados, apenas 15,1% (n=24) utilizam protetor solar na sua atividade profissional, embora 97,5% (n=155) usem chapéu na sua atividade profissional, 86,25% (n=137) usam calças, 52,8% (n=84) usam camisa/camisola de mangas compridas, 93,1% (n=148) evitam a exposição solar nas horas de maior calor. Conclusão: É fundamental a consciencialização desta doença, cancro cutâneo, em especial pelos indivíduos que trabalham ao ar livre. Neste âmbito, é importante a prevenção do cancro cutâneo, alertando com ações de sensibilização para os efeitos nocivos de uma exposição solar inadequada.
Autores principais:Claro, Tânia Sofia de Jesus
Assunto:Proteção solar Solar protection Neoplasias cutâneas Skin neoplasms Agricultores Farmers
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:Introdução: A incidência do cancro cutâneo tem aumentado exponencialmente, devido a exposição solar inadequada e excessiva. Na generalidade os agricultores estão bastante expostos ao sol, em épocas de sementeira e na colheita das culturas, começam a trabalhar antes do sol nascer e terminam o trabalho depois do pôr-do-sol. Este projeto avalia os conhecimentos dos efeitos solares, a proteção solar utilizada, e o índice de cancro cutâneo numa população de agricultores do Baixo Mondego. Material e métodos: A população-alvo do estudo foram os agricultores do Baixo Mondego, 159 indivíduos, aos quais foi aplicado um questionário anónimo tendo garantida a confidencialidade e direito a não resposta, após ser obtido o consentimento informado. Resultados e discussão: Dos 159 entrevistados, apenas 15,1% (n=24) utilizam protetor solar na sua atividade profissional, embora 97,5% (n=155) usem chapéu na sua atividade profissional, 86,25% (n=137) usam calças, 52,8% (n=84) usam camisa/camisola de mangas compridas, 93,1% (n=148) evitam a exposição solar nas horas de maior calor. Conclusão: É fundamental a consciencialização desta doença, cancro cutâneo, em especial pelos indivíduos que trabalham ao ar livre. Neste âmbito, é importante a prevenção do cancro cutâneo, alertando com ações de sensibilização para os efeitos nocivos de uma exposição solar inadequada.