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Do mal aos males no romanceiro da tradição oral moderna portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Consensual entre os investigadores que se têm dedicado ao estudo do romanceiro é que este género literário possui uma linguagem poética específica. Com efeito, em diversos estudos Diego Catalán defende que a especificidade da linguagem poética, entre muitos outros aspectos, se ancora também em particularidades linguísticas. Nesta medida, retomamos um estudo maior sobre o léxico de 1721 versões do romanceiro da tradição oral moderna portuguesa para analisarmos o conceito de Mal veiculado pelas formas linguísticas e para aferirmos o hipotético contributo das especificidades linguísticas para o constructo poético do Romanceiro.
Autores principais:Pires, Natália Albino
Assunto:Romanceiro linguagem língua campo lexical do Mal conceito de Mal Spanish ballads language linguistic forms lexical forms of Evil concept of Evil
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:Consensual entre os investigadores que se têm dedicado ao estudo do romanceiro é que este género literário possui uma linguagem poética específica. Com efeito, em diversos estudos Diego Catalán defende que a especificidade da linguagem poética, entre muitos outros aspectos, se ancora também em particularidades linguísticas. Nesta medida, retomamos um estudo maior sobre o léxico de 1721 versões do romanceiro da tradição oral moderna portuguesa para analisarmos o conceito de Mal veiculado pelas formas linguísticas e para aferirmos o hipotético contributo das especificidades linguísticas para o constructo poético do Romanceiro.