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A aplicação do grau superlativo de adjetivos em textos narrativos: um estudo qualitativo com crianças do 5.º ano de escolaridade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente relatório resulta de um projeto de investigação, realizado durante o estágio curricular, no âmbito da disciplina de Português, no 5.º ano de escolaridade, no 2.º Ciclo do Ensino Básico, no ano letivo de 2022/2023. O estudo apresentado envolve a análise de duas produções escritas realizadas pela turma, de modo a averiguar se os alunos aplicam os graus superlativos do adjetivo nos textos narrativos que escrevem, sendo que o enunciado solicita a utilização de um adjetivo no grau superlativo absoluto sintético e outro no grau superlativo relativo de superioridade. Os dados obtidos variam da primeira produção escrita para a segunda, notando-se que há alunos que responderam ao enunciado na primeira produção escrita, mas não o fizeram na produção escrita e vice-versa. Ainda assim, averiguou-se que em ambas as produções escritas, mais de metade dos alunos respondeu corretamente ao enunciado.
Autores principais:Oliveira, Andreia Sofia Silva
Assunto:Adjetivo Graus do Adjetivo Testo Narrativo
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Coimbra
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Coimbra
Descrição
Resumo:O presente relatório resulta de um projeto de investigação, realizado durante o estágio curricular, no âmbito da disciplina de Português, no 5.º ano de escolaridade, no 2.º Ciclo do Ensino Básico, no ano letivo de 2022/2023. O estudo apresentado envolve a análise de duas produções escritas realizadas pela turma, de modo a averiguar se os alunos aplicam os graus superlativos do adjetivo nos textos narrativos que escrevem, sendo que o enunciado solicita a utilização de um adjetivo no grau superlativo absoluto sintético e outro no grau superlativo relativo de superioridade. Os dados obtidos variam da primeira produção escrita para a segunda, notando-se que há alunos que responderam ao enunciado na primeira produção escrita, mas não o fizeram na produção escrita e vice-versa. Ainda assim, averiguou-se que em ambas as produções escritas, mais de metade dos alunos respondeu corretamente ao enunciado.