Publicação
Desenvolvimento das interações sociais de um aluno com perturbações do espectro do autismo através de treino de pares
| Resumo: | A interação com os pares tem um papel fundamental no desenvolvimento na competência social da criança/jovem. No entanto, nos jovens com Perturbações do Espectro do Autismo (PEA), o défice nas interações sociais está sempre presente. As capacidades destes jovens para desenvolver interações sociais são limitadas, quer pela ausência de iniciações sociais com os pares quer pela falta de sensibilidade às iniciações dos outros. Evitam o contacto social, respondem de forma negativa e isolam-se frequentemente. Quando fazem abordagens sociais, estas são em função dos seus interesses, com ideias muito repetitivas e muitas vezes inadequadas, dificultando assim o convívio com aos pares. Com o objetivo de facilitar e aumentar as interações sociais e comunicativas entre jovens com PEA e os seus pares sem dificuldades de desenvolvimento, adoptámos o Programa de Intervenção de Pares Mediadores, tendo por base a estratégia “Vamos jogar juntos.” Os resultados obtidos neste estudo de caso demonstram que durante a implementação do programa houve um aumento quer da frequência quer da duração das interações sociais entre o jovem com PEA e os seus pares. |
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| Autores principais: | Matos, Ana Maria Pereira Castelo Branco Albuquerque |
| Assunto: | Desenvolvimento das Competências Competências Sociais Crianças Autistas Educação Especial Relações Entre Pares Ensino Básico 2º Ciclo |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Politécnico de Coimbra |
| Resumo: | A interação com os pares tem um papel fundamental no desenvolvimento na competência social da criança/jovem. No entanto, nos jovens com Perturbações do Espectro do Autismo (PEA), o défice nas interações sociais está sempre presente. As capacidades destes jovens para desenvolver interações sociais são limitadas, quer pela ausência de iniciações sociais com os pares quer pela falta de sensibilidade às iniciações dos outros. Evitam o contacto social, respondem de forma negativa e isolam-se frequentemente. Quando fazem abordagens sociais, estas são em função dos seus interesses, com ideias muito repetitivas e muitas vezes inadequadas, dificultando assim o convívio com aos pares. Com o objetivo de facilitar e aumentar as interações sociais e comunicativas entre jovens com PEA e os seus pares sem dificuldades de desenvolvimento, adoptámos o Programa de Intervenção de Pares Mediadores, tendo por base a estratégia “Vamos jogar juntos.” Os resultados obtidos neste estudo de caso demonstram que durante a implementação do programa houve um aumento quer da frequência quer da duração das interações sociais entre o jovem com PEA e os seus pares. |
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