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Estudo da degradação de estruturas de betão armado expostas ao ataque por sulfatos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As estruturas de betão armado quando sujeitas a ambientes agressivos tendem a perder capacidade de proteção das armaduras nelas inseridas. É conhecido que, a proteção das armaduras está associada ao PH do betão que as envolve, e cujo valor tende a diminuir na presença de sulfatos que contribuem para a descalcificação do betão. Quando o PH desce para níveis inferiores a 9, ficam criadas as condições para a dissolução da pelicula de proteção passiva das armaduras. O presente trabalho compara o comportamento de estruturas de betão armado com quatro tipos distintos de armaduras (aço macio, revestido, galvanizado e proteção catódica) exposta ao ataque por sulfatos. Recorreu-se a sondas eletroquímicas embebidas no betão para a monitorização da condutividade do betão envolvente, do potencial de corrosão do aço e da velocidade de corrosão do aço com recurso ao método da resistência à polarização linear.
Autores principais:Romano, Pedro
Outros Autores:Brito, Paulo S. D.
Assunto:degradação corrosão betão armado
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Portalegre
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Portalegre
Descrição
Resumo:As estruturas de betão armado quando sujeitas a ambientes agressivos tendem a perder capacidade de proteção das armaduras nelas inseridas. É conhecido que, a proteção das armaduras está associada ao PH do betão que as envolve, e cujo valor tende a diminuir na presença de sulfatos que contribuem para a descalcificação do betão. Quando o PH desce para níveis inferiores a 9, ficam criadas as condições para a dissolução da pelicula de proteção passiva das armaduras. O presente trabalho compara o comportamento de estruturas de betão armado com quatro tipos distintos de armaduras (aço macio, revestido, galvanizado e proteção catódica) exposta ao ataque por sulfatos. Recorreu-se a sondas eletroquímicas embebidas no betão para a monitorização da condutividade do betão envolvente, do potencial de corrosão do aço e da velocidade de corrosão do aço com recurso ao método da resistência à polarização linear.