Publicação
Descobrindo a Educação Inclusiva através dos olhos dos alunos de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP)
| Resumo: | No âmbito da educação inclusiva, Portugal tem desenvolvido medidas para diminuir assimetrias socioeconómicas e geográficas, nomeadamente, o programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), cuja monitorização deve integrar a voz ativa dos principais intervenientes e incluir os alunos. Contudo, há poucas evidências da voz dos alunos sobre as escolas TEIP. No presente estudo, o objetivo foi analisar a perceção dos alunos de programas TEIP sobre: 1) a educação inclusiva, 2) as práticas inclusivas dos professores, 3) o ambiente escolar inclusivo e 4) como essa perceção evolui ao longo do percurso académico, analisando-se as seguintes variáveis: sexo, apoio educativo e retenção. Para isso, 637 alunos de escolas TEIP, entre os 6 e 18 anos, 319 do sexo feminino e 318 do masculino responderam ao questionário Perceções dos alunos sobre educação inclusiva. Os resultados indicam que os alunos avaliam positivamente as iniciativas das escolas em prol da inclusão, embora apontem a necessidade de os professores consultarem mais os alunos sobre como melhorar o ambiente de sala de aula. A perceção positiva da educação inclusiva é geral entre os alunos, sem diferenças significativas entre raparigas e rapazes. No entanto, há espaço para aprimoramento das práticas pedagógicas e a nível da investigação |
|---|---|
| Autores principais: | Kamp, Marcia |
| Outros Autores: | Carvalho, Carolina; Marchão, Amélia; Martins, Maria José D.; Santos, Sofia |
| Assunto: | Educação Inclusiva Escolas TEIP Voz dos Alunos. |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo original |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Portalegre |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Politécnico de Portalegre |
| Resumo: | No âmbito da educação inclusiva, Portugal tem desenvolvido medidas para diminuir assimetrias socioeconómicas e geográficas, nomeadamente, o programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), cuja monitorização deve integrar a voz ativa dos principais intervenientes e incluir os alunos. Contudo, há poucas evidências da voz dos alunos sobre as escolas TEIP. No presente estudo, o objetivo foi analisar a perceção dos alunos de programas TEIP sobre: 1) a educação inclusiva, 2) as práticas inclusivas dos professores, 3) o ambiente escolar inclusivo e 4) como essa perceção evolui ao longo do percurso académico, analisando-se as seguintes variáveis: sexo, apoio educativo e retenção. Para isso, 637 alunos de escolas TEIP, entre os 6 e 18 anos, 319 do sexo feminino e 318 do masculino responderam ao questionário Perceções dos alunos sobre educação inclusiva. Os resultados indicam que os alunos avaliam positivamente as iniciativas das escolas em prol da inclusão, embora apontem a necessidade de os professores consultarem mais os alunos sobre como melhorar o ambiente de sala de aula. A perceção positiva da educação inclusiva é geral entre os alunos, sem diferenças significativas entre raparigas e rapazes. No entanto, há espaço para aprimoramento das práticas pedagógicas e a nível da investigação |
|---|