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A Percepção de Segurança Alimentar dos Produtores Hortícolas na Região do Ribatejo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A crescente preocupação com a adopção de estilos de vida saudáveis, incrementa novos hábitos alimentares. Os vegetais e em particular os hortícolas, são actualmente consumidos crus, conservando as características naturais. A globalização dos mercados e as maiores exigências dos consumidores na garantia de alimentos “sãos e seguros”, impõe novos desafios aos produtores, nomeadamente, capacitarem-se para responder às exigências do mercado e às exigências legais. Desta forma, cabe-lhes a responsabilidade da garantia da segurança alimentar na produção, ou seja, a produção de alimentos que não causem danos ao consumidor, bem como, a aplicação de sistemas de produção e códigos de boas práticas que visam minimizar ou até mesmo eliminar os perigos inerentes à produção. Procedeu-se à recolha e tratamento das respostas aos inquéritos efectuados a 102 produtores de hortícolas da região do Ribatejo, para conhecer qual a percepção e o nível de execução destes sistemas na produção de hortícolas. Os resultados mostram que a implementação de códigos de Boas Práticas Agrícolas está presente na totalidade das explorações, quanto ao código de Boas Práticas de Higiene apenas 43,1% o implementam. O controlo de perigos químicos, essencialmente o Limite Máximo Resíduos e nitratos, e de perigos físicos são pontos considerados, porém no controlo dos perigos biológicos os produtores mostram-se pouco sensibilizados, observando-se lacunas no seu controlo.
Autores principais:Pires, Sandra I. Oliveira
Assunto:Segurança Alimentar hortícolas controlo Boas Práticas perigos Food safety good practices horticulture control hazards
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Portalegre
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Portalegre
Descrição
Resumo:A crescente preocupação com a adopção de estilos de vida saudáveis, incrementa novos hábitos alimentares. Os vegetais e em particular os hortícolas, são actualmente consumidos crus, conservando as características naturais. A globalização dos mercados e as maiores exigências dos consumidores na garantia de alimentos “sãos e seguros”, impõe novos desafios aos produtores, nomeadamente, capacitarem-se para responder às exigências do mercado e às exigências legais. Desta forma, cabe-lhes a responsabilidade da garantia da segurança alimentar na produção, ou seja, a produção de alimentos que não causem danos ao consumidor, bem como, a aplicação de sistemas de produção e códigos de boas práticas que visam minimizar ou até mesmo eliminar os perigos inerentes à produção. Procedeu-se à recolha e tratamento das respostas aos inquéritos efectuados a 102 produtores de hortícolas da região do Ribatejo, para conhecer qual a percepção e o nível de execução destes sistemas na produção de hortícolas. Os resultados mostram que a implementação de códigos de Boas Práticas Agrícolas está presente na totalidade das explorações, quanto ao código de Boas Práticas de Higiene apenas 43,1% o implementam. O controlo de perigos químicos, essencialmente o Limite Máximo Resíduos e nitratos, e de perigos físicos são pontos considerados, porém no controlo dos perigos biológicos os produtores mostram-se pouco sensibilizados, observando-se lacunas no seu controlo.