Publicação
Eficiência energética, sustentabilidade e conforto interior nos edifícios, fatores relevantes
| Resumo: | Na sequência das directivas europeias, Portugal possui desde 2006, legislação no sentido de promover a Eficiência Energética, tendo estas entrada em pleno vigor em janeiro de 2009. No entanto, os autores, enquanto Peritos Qualificados do Sistema de Certificação Energética, no âmbito do Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios, têm-se vindo a deparar com uma série de casos de incumprimento do referido regulamento, devendo-se este fato, essencialmente à “resistência” que tem vindo a ser exercida pelos empreiteiros, principalmente pelos mais “pequenos”, por desconhecimento das novas directivas legislativas, travando assim todo o esforço de redução de consumos energéticos e de emissões de CO2, que tem vindo a ser levado cabo, em especial pela ADENE, agência para a energia. Apresenta-se, assim de seguida uma proposta de abordagem, tendente a uma efectiva transferência de conhecimento, da comunidade científica até aos seus aplicadores. Cabendo aqui ao Ensino Politécnico esse papel de interlocutor. |
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| Autores principais: | Lopes, Pedro M. B. C. |
| Outros Autores: | Romano, Pedro M. G. S. |
| Assunto: | eficiência energética consumo de energia certificação energética sustentabilidade |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Portalegre |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Politécnico de Portalegre |
| Resumo: | Na sequência das directivas europeias, Portugal possui desde 2006, legislação no sentido de promover a Eficiência Energética, tendo estas entrada em pleno vigor em janeiro de 2009. No entanto, os autores, enquanto Peritos Qualificados do Sistema de Certificação Energética, no âmbito do Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios, têm-se vindo a deparar com uma série de casos de incumprimento do referido regulamento, devendo-se este fato, essencialmente à “resistência” que tem vindo a ser exercida pelos empreiteiros, principalmente pelos mais “pequenos”, por desconhecimento das novas directivas legislativas, travando assim todo o esforço de redução de consumos energéticos e de emissões de CO2, que tem vindo a ser levado cabo, em especial pela ADENE, agência para a energia. Apresenta-se, assim de seguida uma proposta de abordagem, tendente a uma efectiva transferência de conhecimento, da comunidade científica até aos seus aplicadores. Cabendo aqui ao Ensino Politécnico esse papel de interlocutor. |
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