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Competição na indústria de gestão de ativos financeiros - análise em diferentes cenários

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo analisa o comportamento de competição/estratégico entre fundos de investimento mobiliário de vários países da União Europeia (UE). Para o efeito é utilizada a metodologia de Brown, Harlow e Starks (1996) aplicada em diferentes cenários. Assim, é analisado o comportamento de competição/estratégico em subperíodos de igual duração e em subperíodos que correspondem a diferentes ciclos de mercado, são consideradas as características dos fundos (a dimensão das suas carteiras e o seu período de atividade), assim como o possível efeito do survivorship bias. Os resultados obtidos evidenciam a existência de comportamento estratégico entre os fundos de investimento mobiliário na UE, sendo o mesmo mais intenso entre os fundos da Bélgica, Espanha e Reino Unido. Este comportamento, com exceção do Reino Unido, mostra-se mais intenso entre os fundos com menor período de atividade e no período mais recente. Desta forma, parece que, por um lado, a maior interação estratégica entre os fundos com menor período de atividade pode advir da sua maior audácia, por contraposição aos fundos mais experientes que tendem a revelar maior cautela. Por outro, o crescimento dos mercados da UE em termos do número de fundos parece contribuir para o aumento do comportamento estratégico.
Autores principais:Romacho, João Carlos Parente
Assunto:competição gestão de ativos fundos de investimento
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Portalegre
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Portalegre
Descrição
Resumo:Este estudo analisa o comportamento de competição/estratégico entre fundos de investimento mobiliário de vários países da União Europeia (UE). Para o efeito é utilizada a metodologia de Brown, Harlow e Starks (1996) aplicada em diferentes cenários. Assim, é analisado o comportamento de competição/estratégico em subperíodos de igual duração e em subperíodos que correspondem a diferentes ciclos de mercado, são consideradas as características dos fundos (a dimensão das suas carteiras e o seu período de atividade), assim como o possível efeito do survivorship bias. Os resultados obtidos evidenciam a existência de comportamento estratégico entre os fundos de investimento mobiliário na UE, sendo o mesmo mais intenso entre os fundos da Bélgica, Espanha e Reino Unido. Este comportamento, com exceção do Reino Unido, mostra-se mais intenso entre os fundos com menor período de atividade e no período mais recente. Desta forma, parece que, por um lado, a maior interação estratégica entre os fundos com menor período de atividade pode advir da sua maior audácia, por contraposição aos fundos mais experientes que tendem a revelar maior cautela. Por outro, o crescimento dos mercados da UE em termos do número de fundos parece contribuir para o aumento do comportamento estratégico.