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Stress laboral na PSP

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Resumo:O presente Estudo foi aplicado a profissionais da polícia do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP. O objectivo principal subjacente a este trabalho foi proceder à análise da problemática do stress, nos profissionais da PSP que constituem a nossa amostra. Para tal, a metodologia utilizada consistiu na aplicação de um conjunto de Questionários, designadamente, “Fontes de Stress”, “Sintomas de Stress”, “Estratégias de Coping”, “Empenho Organizacional”, “Locus de Controlo”, “Optimismo”, e por último os dados Sócio-demográficos. O Questionário “Fontes de Stress”, comporta três dimensões de análise: “Falta de Recursos”, “Problemas Organizacionais e Interpessoais” e “Stressores Policiais”. O Questionário “Sintomas de Stress” é composto, igualmente, por três dimensões de análise: “Fadiga Física”, “Esgotamento Cognitivo” e “Exaustão Emocional”. O Questionário “Estratégias de Coping” inclui duas dimensões: “Evitamento” e “Coping Activo”. O Questionário “Locus de Controlo” envolve, igualmente, duas dimensões: “Locus de Controlo Externo” e “Locus de Controlo Interno”. Os restantes Questionários, são unidimensionais. Os resultados obtidos, permitiram verificar que a dimensão das “Fonte de Stress” mais pontuada pelos inquiridos, corresponde aos “Stressores Policiais” e, ao nível dos “Sintomas de Stress”, a dimensão com mais incidência é a “Fadiga Física”. No que concerne às “Estratégias de Coping” mais utilizadas pelos polícias, estas correspondem a Estratégias de “Coping Activo”. Os resultados também demonstraram que, em termos médios, os polícias apresentam um “Empenho Organizacional” moderado, onde a maioria manifesta a predominância de um tipo de “Locus de Controlo Interno” e que se consideram Optimistas. Este estudo comportou ainda a análise das correlações entre o conjunto das subescalas, bem como a análise da influência de variáveis sócio-demográficas sobre as restantes variáveis em análise.
Autores principais:Passeira, Andrea Verónica Vaz
Assunto:Stress Coping Locus de controlo Empenho Optimismo MSHT Locus of control Commitment Optimism
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Setúbal
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Setúbal
Descrição
Resumo:O presente Estudo foi aplicado a profissionais da polícia do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP. O objectivo principal subjacente a este trabalho foi proceder à análise da problemática do stress, nos profissionais da PSP que constituem a nossa amostra. Para tal, a metodologia utilizada consistiu na aplicação de um conjunto de Questionários, designadamente, “Fontes de Stress”, “Sintomas de Stress”, “Estratégias de Coping”, “Empenho Organizacional”, “Locus de Controlo”, “Optimismo”, e por último os dados Sócio-demográficos. O Questionário “Fontes de Stress”, comporta três dimensões de análise: “Falta de Recursos”, “Problemas Organizacionais e Interpessoais” e “Stressores Policiais”. O Questionário “Sintomas de Stress” é composto, igualmente, por três dimensões de análise: “Fadiga Física”, “Esgotamento Cognitivo” e “Exaustão Emocional”. O Questionário “Estratégias de Coping” inclui duas dimensões: “Evitamento” e “Coping Activo”. O Questionário “Locus de Controlo” envolve, igualmente, duas dimensões: “Locus de Controlo Externo” e “Locus de Controlo Interno”. Os restantes Questionários, são unidimensionais. Os resultados obtidos, permitiram verificar que a dimensão das “Fonte de Stress” mais pontuada pelos inquiridos, corresponde aos “Stressores Policiais” e, ao nível dos “Sintomas de Stress”, a dimensão com mais incidência é a “Fadiga Física”. No que concerne às “Estratégias de Coping” mais utilizadas pelos polícias, estas correspondem a Estratégias de “Coping Activo”. Os resultados também demonstraram que, em termos médios, os polícias apresentam um “Empenho Organizacional” moderado, onde a maioria manifesta a predominância de um tipo de “Locus de Controlo Interno” e que se consideram Optimistas. Este estudo comportou ainda a análise das correlações entre o conjunto das subescalas, bem como a análise da influência de variáveis sócio-demográficas sobre as restantes variáveis em análise.