Publicação
Prática de questões-aula numa perspetiva de avaliação formativa em matemática
| Resumo: | O presente estudo pretende dar resposta à questão De que forma a prática de questões-aula, numa perspetiva de avaliação formativa, contribui para a identificação e superação de dificuldades dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (1CEB) na área da Matemática? É seguida uma abordagem qualitativa, inserindo-se numa perspetiva de investigação-ação. Para a recolha dos dados foram utilizadas técnicas de observação participante e de análise documental. No estudo participei no papel de professora estagiária em conjunto com 26 alunos do 2.º ano do 1.ºCEB, outra professora estagiária e a professora cooperante. De forma a procurar a resposta à pergunta inicial recorreu-se à prática de questões-aula, numa perspetiva formativa. As questões-aula são constituídas por um conjunto de perguntas que visa a consolidação dos conhecimentos desenvolvidos, no caso, da área da Matemática. Relativamente à sua utilização, as questões-aula foram entregues, em papel, aos alunos no final de aulas de Matemática. O uso deste instrumento de avaliação divide-se em três fases: a resolução por parte dos alunos; a análise e atribuição de feedback por parte do professor; e, por último, a reformulação das respostas tendo por base as informações contidas no feedback. Com efeito, o presente estudo realça a importância que assumiram as questões-aula na cultura de sala. Mais pormenorizadamente, evidencia esta prática como meio da avaliação formativa em contexto sala de aula e no seguimento da exploração de tarefas matemáticas. Da mesma forma, reforça o papel do feedback e dos seus resultados positivos face ao desenvolvimento de competências de autorregulação e metacognição. |
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| Autores principais: | Gomes, Sara Filipa Martins |
| Assunto: | Ensino da matemática Avaliação formativa Metacognição Autorregulação Questões-aula Feedback Mathematics education Formation evaluation Metacognition Self-regulation Quizz-questions Feedback Relatório de projeto de investigação Relatório de estágio |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Setúbal |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Politécnico de Setúbal |
| Resumo: | O presente estudo pretende dar resposta à questão De que forma a prática de questões-aula, numa perspetiva de avaliação formativa, contribui para a identificação e superação de dificuldades dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (1CEB) na área da Matemática? É seguida uma abordagem qualitativa, inserindo-se numa perspetiva de investigação-ação. Para a recolha dos dados foram utilizadas técnicas de observação participante e de análise documental. No estudo participei no papel de professora estagiária em conjunto com 26 alunos do 2.º ano do 1.ºCEB, outra professora estagiária e a professora cooperante. De forma a procurar a resposta à pergunta inicial recorreu-se à prática de questões-aula, numa perspetiva formativa. As questões-aula são constituídas por um conjunto de perguntas que visa a consolidação dos conhecimentos desenvolvidos, no caso, da área da Matemática. Relativamente à sua utilização, as questões-aula foram entregues, em papel, aos alunos no final de aulas de Matemática. O uso deste instrumento de avaliação divide-se em três fases: a resolução por parte dos alunos; a análise e atribuição de feedback por parte do professor; e, por último, a reformulação das respostas tendo por base as informações contidas no feedback. Com efeito, o presente estudo realça a importância que assumiram as questões-aula na cultura de sala. Mais pormenorizadamente, evidencia esta prática como meio da avaliação formativa em contexto sala de aula e no seguimento da exploração de tarefas matemáticas. Da mesma forma, reforça o papel do feedback e dos seus resultados positivos face ao desenvolvimento de competências de autorregulação e metacognição. |
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