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Estudo ecotoxicológico de afluentes e efluentes do sistema de tratamento biológico da ETAR de Frielas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Estudo sobre afluentes e efluentes da ETAR de Frielas integrou testes ecotoxicológicos e parâmetros físico-químicos relevantes para o tratamento biológico, para avaliar o impacto da toxicidade no processo de lamas ativadas. Nos testes PolyTox, os afluentes urbanos (la Campanha) apresentaram maior potencial de efeitos tóxicos do que os afluentes industriais (2' Campanha). A evolução da toxicidade afluente ao processo de lamas activadas acompanhou a evolução da qualidade do efluente tratado. A avaliação do potencial tóxico de amostras de afluentes e efluentes para o meio receptor a jusante da ETAR, através de bioensaios qualitativos com D. magna, mostrou que o Interceptor do Rio da Costa apresentou maior potencial tóxico do que o Emissário da E.N.8. O potencial tóxico de amostras do Efluente da Decantação Secundária releva a importância do pré-tratamento de efluentes industriais previamente à descarga na rede. A modelação QSAR de compostos orgânicos identificados nos afluentes revelou 17 compostos tóxicos e/ou persistentes, potencialmente danosos para o meio hídrico receptor a jusante da ETAR. Os testes ecotoxicológicos mostraram ser um complemento valioso para as ETAR na monitorização de afluentes complexos e permitem apoiar a tomada de decisão com vista à protecção dos sistemas de tratamento e dos meios receptores. 
Autores principais:Salgueiro, Sérgio
Assunto:Toxicidade Lamas activadas PolyTox Daphnia magna QSAR Energia do ambiente MTA ETAR Frielas
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Setúbal
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Setúbal
Descrição
Resumo:O Estudo sobre afluentes e efluentes da ETAR de Frielas integrou testes ecotoxicológicos e parâmetros físico-químicos relevantes para o tratamento biológico, para avaliar o impacto da toxicidade no processo de lamas ativadas. Nos testes PolyTox, os afluentes urbanos (la Campanha) apresentaram maior potencial de efeitos tóxicos do que os afluentes industriais (2' Campanha). A evolução da toxicidade afluente ao processo de lamas activadas acompanhou a evolução da qualidade do efluente tratado. A avaliação do potencial tóxico de amostras de afluentes e efluentes para o meio receptor a jusante da ETAR, através de bioensaios qualitativos com D. magna, mostrou que o Interceptor do Rio da Costa apresentou maior potencial tóxico do que o Emissário da E.N.8. O potencial tóxico de amostras do Efluente da Decantação Secundária releva a importância do pré-tratamento de efluentes industriais previamente à descarga na rede. A modelação QSAR de compostos orgânicos identificados nos afluentes revelou 17 compostos tóxicos e/ou persistentes, potencialmente danosos para o meio hídrico receptor a jusante da ETAR. Os testes ecotoxicológicos mostraram ser um complemento valioso para as ETAR na monitorização de afluentes complexos e permitem apoiar a tomada de decisão com vista à protecção dos sistemas de tratamento e dos meios receptores.