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Há coisas que não se aprende nos livros: o lado “arte” de formar pessoas para a inclusão

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho pretende compartilhar experiências subjetivas e vivenciais de formação de “pessoas” – não apenas de professores – para a inclusão. O objetivo é demonstrar que, para além das aprendizagens que se desenvolvem por meio de livros, de aulas expositivas, de tutoriais ou outras vias mais ligadas à necessária aquisição de informação, a formação para a inclusão precisa considerar as aprendizagens que se processam por meio da ação, da troca de experiência, da reflexão ativa sobre situações concretas e reais do dia-a-dia e um tipo de apropriação de conceitos que só se dá presencialmente, de maneira vivencial e criticamente analisada e consciencializada pelo próprio formando. No caso das experiências aqui compartilhadas, o foco principal estará nas pedagogias ativas e expressivas e, mais especificamente, no sociodrama. A intenção final é contribuir com ideias não sobre o que deve ser feito, mas como é possível fazer uma formação que seja percecionada pelo formando como “profunda, reveladora e transformadora” de pensamentos e, consequentemente, de ações.
Autores principais:Lima-Rodrigues, Luzia
Assunto:Sociodrama Pedagogias ativas e expressivas Formação profissional Inclusão Sociodrama Active and expressive pedagogies Professional training Inclusion
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Setúbal
Idioma:português
Origem:Instituto Politécnico de Setúbal
Descrição
Resumo:O presente trabalho pretende compartilhar experiências subjetivas e vivenciais de formação de “pessoas” – não apenas de professores – para a inclusão. O objetivo é demonstrar que, para além das aprendizagens que se desenvolvem por meio de livros, de aulas expositivas, de tutoriais ou outras vias mais ligadas à necessária aquisição de informação, a formação para a inclusão precisa considerar as aprendizagens que se processam por meio da ação, da troca de experiência, da reflexão ativa sobre situações concretas e reais do dia-a-dia e um tipo de apropriação de conceitos que só se dá presencialmente, de maneira vivencial e criticamente analisada e consciencializada pelo próprio formando. No caso das experiências aqui compartilhadas, o foco principal estará nas pedagogias ativas e expressivas e, mais especificamente, no sociodrama. A intenção final é contribuir com ideias não sobre o que deve ser feito, mas como é possível fazer uma formação que seja percecionada pelo formando como “profunda, reveladora e transformadora” de pensamentos e, consequentemente, de ações.