Publicação
Arte e inclusão: práticas artísticas e educação não formal na co-construção de comunidades intergeracionais e interculturais
| Resumo: | O presente projeto de intervenção foi desenvolvido no Projeto T., no âmbito da animação sociocultural e da educação não formal. Parte da premissa de que as práticas artísticas constituem um meio privilegiado de promoção da inclusão, do diálogo intercultural e do desenvolvimento pessoal e social, especialmente em contextos marcados por vulnerabilidade social e diversidade cultural. Teve como objetivo compreender de que formas as práticas artísticas podem contribuir para o desenvolvimento pessoal e social dos participantes, fortalecendo as relações e o bem estar num grupo intergeracional e intercultural. De forma mais específica, procurou-se promover competências socioemocionais, incentivar a cooperação, valorizar a diversidade cultural e estimular a coesão comunitária através da criação e co-construção artística. A metodologia baseou-se nos princípios da investigação-ação e da pesquisa baseada em arte, através de sessões participativas que integraram dinâmicas expressivas, corporais e criativas. O processo foi acompanhado por observação participante, momentos de reflexão contínua, utilizando notas de campo e outros registos, o que permitiu ajustar as estratégias à resposta do grupo. Ao longo do processo os participantes evidenciaram melhorias na comunicação, na empatia e no sentimento de pertença, bem como uma maior valorização do bairro social e das suas potencialidades. As práticas artísticas revelaram-se espaços de expressão, partilha, escuta ativa, promovendo a construção coletiva de saberes e experiências. Assim, a arte, quando integrada em contextos de educação não formal, comunitária e ao longo da vida, assume um papel transformador, tornando-as mais empáticas e inclusivas, valorizar identidades e potenciar a coesão social e o bem-estar coletivo. |
|---|---|
| Autores principais: | Leonor, Ana Catarina Duarte |
| Assunto: | Educação ao longo da vida Educação não formal Animação sociocultural Práticas artísticas |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Setúbal |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto Politécnico de Setúbal |
| Resumo: | O presente projeto de intervenção foi desenvolvido no Projeto T., no âmbito da animação sociocultural e da educação não formal. Parte da premissa de que as práticas artísticas constituem um meio privilegiado de promoção da inclusão, do diálogo intercultural e do desenvolvimento pessoal e social, especialmente em contextos marcados por vulnerabilidade social e diversidade cultural. Teve como objetivo compreender de que formas as práticas artísticas podem contribuir para o desenvolvimento pessoal e social dos participantes, fortalecendo as relações e o bem estar num grupo intergeracional e intercultural. De forma mais específica, procurou-se promover competências socioemocionais, incentivar a cooperação, valorizar a diversidade cultural e estimular a coesão comunitária através da criação e co-construção artística. A metodologia baseou-se nos princípios da investigação-ação e da pesquisa baseada em arte, através de sessões participativas que integraram dinâmicas expressivas, corporais e criativas. O processo foi acompanhado por observação participante, momentos de reflexão contínua, utilizando notas de campo e outros registos, o que permitiu ajustar as estratégias à resposta do grupo. Ao longo do processo os participantes evidenciaram melhorias na comunicação, na empatia e no sentimento de pertença, bem como uma maior valorização do bairro social e das suas potencialidades. As práticas artísticas revelaram-se espaços de expressão, partilha, escuta ativa, promovendo a construção coletiva de saberes e experiências. Assim, a arte, quando integrada em contextos de educação não formal, comunitária e ao longo da vida, assume um papel transformador, tornando-as mais empáticas e inclusivas, valorizar identidades e potenciar a coesão social e o bem-estar coletivo. |
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