Publicação

Autismo: inclusão ou integração

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A partir da assinatura da Declaração de Salamanca em 1994 todos passaram a ter direito à educação. Por conseguinte, cada vez estão mais presentes nas nossas salas de aula, crianças com Necessidades Educativas Especiais, mais em particular portadoras da Perturbação do Espectro do Autismo. Esta síndrome caracteriza-se essencialmente por um défice que afeta diretamente a socialização/ interação social, a comunicação/linguagem e a imaginação/jogo simbólico. Mas será que estas crianças estão incluídas ou apenas integradas? É sobre esta questão que recai o nosso estudo que é de carácter descritivo/exploratório. Fizemos uma exaustiva revisão bibliográfica sobre tema e posteriormente entrevistámos 18 professores do 1º ciclo do ensino básico que têm nas suas salas crianças portadoras de PEA. Achámos que a entrevista seria o melhor instrumento para atingir os objetivos inerentes a este estudo: perceber realmente se os professores conhecem as principais características do autismo; Saber se distinguem corretamente os conceitos de integração e de inclusão; Conhecer as estratégias utilizadas pelos professores do ensino regular com os alunos com PEA em sala de aula; Apreender qual a opinião sobre a frequência destes alunos nas UEE.
Autores principais:Candeias, Ana Rita Gaspar
Assunto:Autismo Integração Inclusão Autism Integration Inclusion.
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Superior de Ciências Educativas
Idioma:português
Origem:Instituto Superior de Ciências Educativas
Descrição
Resumo:A partir da assinatura da Declaração de Salamanca em 1994 todos passaram a ter direito à educação. Por conseguinte, cada vez estão mais presentes nas nossas salas de aula, crianças com Necessidades Educativas Especiais, mais em particular portadoras da Perturbação do Espectro do Autismo. Esta síndrome caracteriza-se essencialmente por um défice que afeta diretamente a socialização/ interação social, a comunicação/linguagem e a imaginação/jogo simbólico. Mas será que estas crianças estão incluídas ou apenas integradas? É sobre esta questão que recai o nosso estudo que é de carácter descritivo/exploratório. Fizemos uma exaustiva revisão bibliográfica sobre tema e posteriormente entrevistámos 18 professores do 1º ciclo do ensino básico que têm nas suas salas crianças portadoras de PEA. Achámos que a entrevista seria o melhor instrumento para atingir os objetivos inerentes a este estudo: perceber realmente se os professores conhecem as principais características do autismo; Saber se distinguem corretamente os conceitos de integração e de inclusão; Conhecer as estratégias utilizadas pelos professores do ensino regular com os alunos com PEA em sala de aula; Apreender qual a opinião sobre a frequência destes alunos nas UEE.