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Inteligência emocional : gestão das emoções em contexto policial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Todas as pessoas possuem inteligência emocional, aplicando-a diariamente em todos os domínios da sua vida, a nível pessoal, profissional, e familiar, com maior ou menor êxito. Com o presente estudo pretendeu-se investigar o nível de inteligência emocional dos polícias e o seu impacto no desenvolvimento da atividade policial. Realizou-se um inquérito por questionário a 140 polícias da Divisão Policial de Vila do Conde, do Comando Metropolitano do Porto. A maioria dos inquiridos considera possuir bons níveis de inteligência emocional para lidar com as dificuldades inerentes ao serviço policial. De entre as quatros dimensões de inteligência emocional analisadas, a avaliação das próprias emoções e o uso das emoções para facilitar o desempenho são as mais desenvolvidas por parte dos polícias, enquanto a avaliação das emoções nos outros, e a regulação das próprias emoções surgem como as que necessitam de ser melhoradas. Não se observaram associações positivas entre o tempo de serviço e as funções desempenhadas pelos polícias no aumento da inteligência emocional. Esta conclusão pode ser estendida às restantes variáveis sociodemográficas.
Autores principais:Certal, Jorge Manuel Mendes
Assunto:Inteligência Emocional; Emoções; Polícia, Emotional intelligence; Emotions; Police
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna
Idioma:português
Origem:Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna
Descrição
Resumo:Todas as pessoas possuem inteligência emocional, aplicando-a diariamente em todos os domínios da sua vida, a nível pessoal, profissional, e familiar, com maior ou menor êxito. Com o presente estudo pretendeu-se investigar o nível de inteligência emocional dos polícias e o seu impacto no desenvolvimento da atividade policial. Realizou-se um inquérito por questionário a 140 polícias da Divisão Policial de Vila do Conde, do Comando Metropolitano do Porto. A maioria dos inquiridos considera possuir bons níveis de inteligência emocional para lidar com as dificuldades inerentes ao serviço policial. De entre as quatros dimensões de inteligência emocional analisadas, a avaliação das próprias emoções e o uso das emoções para facilitar o desempenho são as mais desenvolvidas por parte dos polícias, enquanto a avaliação das emoções nos outros, e a regulação das próprias emoções surgem como as que necessitam de ser melhoradas. Não se observaram associações positivas entre o tempo de serviço e as funções desempenhadas pelos polícias no aumento da inteligência emocional. Esta conclusão pode ser estendida às restantes variáveis sociodemográficas.