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Da gestão administrativa de recursos humanos à gestão do capital humano na PSP: o desafio

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo teve como propósito analisar a gestão de recursos humanos na Polícia de Segurança Pública, mais propriamente o paradigma da gestão de pessoas, que tem vindo a evoluir, mas ainda nos mantemos num padrão fortemente legalista. É necessário entrar num modelo onde a pessoa seja o foco da nossa ação, não para fazer o que pretende, mas para criar uma ligação à organização, por forma a termos um trabalhador motivado e produtivo, mais realizado e feliz. A pessoa estando mais feliz significará um maior bemestar e melhor qualidade de vida. Assim, beneficia a pessoa, a organização e a sociedade em geral. A contribuição dada pelas pessoas reflete-se no desempenho de qualquer organização e esta, resulta da gestão dessas mesmas pessoas e do investimento feito no seu desenvolvimento. Por conseguinte, o nosso estudo foca-se na gestão das pessoas, enquanto capital humano, pela necessidade sentida e comum dos profissionais de polícia, tendo em consideração a suas legítimas expectativas por via da ausência de práticas de gestão que melhorem o seu bem-estar e não apenas nos aspetos técnicos. Pretende-se, que a organização reflita seriamente sobre o assunto.
Autores principais:Rabaldinho, Fernando Manuel Carvalho
Assunto:Capital Humano, Gestão de Pessoas, Polícia, Recursos Humanos, Human Capital, Human Resources, People management, Police
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna
Idioma:português
Origem:Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna
Descrição
Resumo:O presente estudo teve como propósito analisar a gestão de recursos humanos na Polícia de Segurança Pública, mais propriamente o paradigma da gestão de pessoas, que tem vindo a evoluir, mas ainda nos mantemos num padrão fortemente legalista. É necessário entrar num modelo onde a pessoa seja o foco da nossa ação, não para fazer o que pretende, mas para criar uma ligação à organização, por forma a termos um trabalhador motivado e produtivo, mais realizado e feliz. A pessoa estando mais feliz significará um maior bemestar e melhor qualidade de vida. Assim, beneficia a pessoa, a organização e a sociedade em geral. A contribuição dada pelas pessoas reflete-se no desempenho de qualquer organização e esta, resulta da gestão dessas mesmas pessoas e do investimento feito no seu desenvolvimento. Por conseguinte, o nosso estudo foca-se na gestão das pessoas, enquanto capital humano, pela necessidade sentida e comum dos profissionais de polícia, tendo em consideração a suas legítimas expectativas por via da ausência de práticas de gestão que melhorem o seu bem-estar e não apenas nos aspetos técnicos. Pretende-se, que a organização reflita seriamente sobre o assunto.