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O Estado de direito na União Europeia: O caso da Hungria: Dilemas e limitações

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Resumo:A presente dissertação tem como objetivo o estudo dos mecanismos e instrumentos que a União Europeia tem à sua disposição para gerir os preceitos que violem a Democracia nos Estados-Membros que a compõem. A dissertação tem como caso de estudo a Hungria, Estado-Membro desde 2004 e que, seis anos depois, apresenta pressupostos de análise que nos permitem questionar os seus compromissos pós-adesão pelas reformas legais, políticas e sociais que tem encetado. Para o efeito, analisar-se-á o processo de negociação e adesão à União Europeia deste país, as reformas governativas e a evolução dos valores fundamentais. A investigação tem uma limitação temporal de 1988 a 2004 - período em que a Hungria negociou a sua candidatura e se tornou Estado Membro da União Europeia -, e de 2010 à presente - altura em que Viktor Orbán tomou posse como Primeiro-Ministro Húngaro. A base fundamental desta investigação, são os valores consagrados no Artigo 2.º do Tratado da União Europeia - principalmente o Estado de Direito -, indispensáveis a uma sociedade democrática e respeitadora dos valores europeus. O estudo procura contribuir com uma análise detalhada sobre os principais mecanismos ao dispor das Instituições Europeias e como as mesmas podem evitar que mais casos semelhantes ao húngaro aconteçam.
Autores principais:Mota, Afonso José Monteiro de Oliveira Rodrigues
Assunto:União Europeia Hungria Valores europeus Estado de direito Democracia -- Democracy Instituições europeias European Union Hungary European values Rule of law European institutions
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:A presente dissertação tem como objetivo o estudo dos mecanismos e instrumentos que a União Europeia tem à sua disposição para gerir os preceitos que violem a Democracia nos Estados-Membros que a compõem. A dissertação tem como caso de estudo a Hungria, Estado-Membro desde 2004 e que, seis anos depois, apresenta pressupostos de análise que nos permitem questionar os seus compromissos pós-adesão pelas reformas legais, políticas e sociais que tem encetado. Para o efeito, analisar-se-á o processo de negociação e adesão à União Europeia deste país, as reformas governativas e a evolução dos valores fundamentais. A investigação tem uma limitação temporal de 1988 a 2004 - período em que a Hungria negociou a sua candidatura e se tornou Estado Membro da União Europeia -, e de 2010 à presente - altura em que Viktor Orbán tomou posse como Primeiro-Ministro Húngaro. A base fundamental desta investigação, são os valores consagrados no Artigo 2.º do Tratado da União Europeia - principalmente o Estado de Direito -, indispensáveis a uma sociedade democrática e respeitadora dos valores europeus. O estudo procura contribuir com uma análise detalhada sobre os principais mecanismos ao dispor das Instituições Europeias e como as mesmas podem evitar que mais casos semelhantes ao húngaro aconteçam.