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A possibilidade da investigação a 3: reflexões sobre triangulação (metodológica)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A história da investigação social encontra-se repleta de esforços para combinar, numa única investigação, diferentes métodos de recolha e análise de informação. Nos últimos anos, têm surgido e sido discutidas diferentes formas de combinar metodologias recorrendo a noções como as de “triangulação”, “métodos mistos”, “modelos mistos” ou “métodos múltiplos”. De entre estas noções, a “triangulação” constitui o termo mais utilizado na literatura, sendo percepcionado como um conceito central na integração metodológica. No entanto, ao invés de representar um conceito metodologicamente integrado, tem vindo a constituir-se como uma metáfora com um vasto campo semântico. Este texto procura discutir este conceito, iniciando-se com os dois paradigmas dominantes na sociologia – enquanto forma de enquadramento e de compreensão da “triangulação” – e terminando com um maior enfoque na “triangulação intermétodos”.
Autores principais:Duarte, Teresa
Assunto:Triangulação metodológica Métodos quantitativos e qualitativos Paradigmas positivista e construtivista Methodological triangulation Quantitative and qualitative methods Positivist and constructivist paradigms
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:working paper
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:A história da investigação social encontra-se repleta de esforços para combinar, numa única investigação, diferentes métodos de recolha e análise de informação. Nos últimos anos, têm surgido e sido discutidas diferentes formas de combinar metodologias recorrendo a noções como as de “triangulação”, “métodos mistos”, “modelos mistos” ou “métodos múltiplos”. De entre estas noções, a “triangulação” constitui o termo mais utilizado na literatura, sendo percepcionado como um conceito central na integração metodológica. No entanto, ao invés de representar um conceito metodologicamente integrado, tem vindo a constituir-se como uma metáfora com um vasto campo semântico. Este texto procura discutir este conceito, iniciando-se com os dois paradigmas dominantes na sociologia – enquanto forma de enquadramento e de compreensão da “triangulação” – e terminando com um maior enfoque na “triangulação intermétodos”.