Publicação

Materialidade e risco, os efeitos da crise de 2008

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo do estudo é conhecer o efeito da crise financeira de 2008 na determinação da materialidade e na análise do risco em auditoria, permitindo conhecer os indicadores e os fatores mais utilizados. A materialidade é analisada em termos quantitativos e qualitativos, ao nível do planeamento e da execução de auditoria. As alterações de escolha por parte dos auditores referente ao risco inerente, de controlo e aceitável também foram analisados. Confirma-se que na determinação de materialidade são utilizadas medidas quantitativas e qualitativas, e que os auditores usam fatores de risco inerente e controlo nas suas análises. Existe evidência que a materialidade e o risco sofreram alterações em consequência da crise financeira de 2008, mais especificamente no aumento de fatores quanto à materialidade qualitativa, no risco inerente e de controlo. Não se encontraram alterações nos fatores e indicadores usados antes e depois da crise mas sim em termos de valor dos índices.
Autores principais:Pais, C.
Outros Autores:Ramalho, J.
Assunto:Auditoria Crise Materialidade Risco
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:O objetivo do estudo é conhecer o efeito da crise financeira de 2008 na determinação da materialidade e na análise do risco em auditoria, permitindo conhecer os indicadores e os fatores mais utilizados. A materialidade é analisada em termos quantitativos e qualitativos, ao nível do planeamento e da execução de auditoria. As alterações de escolha por parte dos auditores referente ao risco inerente, de controlo e aceitável também foram analisados. Confirma-se que na determinação de materialidade são utilizadas medidas quantitativas e qualitativas, e que os auditores usam fatores de risco inerente e controlo nas suas análises. Existe evidência que a materialidade e o risco sofreram alterações em consequência da crise financeira de 2008, mais especificamente no aumento de fatores quanto à materialidade qualitativa, no risco inerente e de controlo. Não se encontraram alterações nos fatores e indicadores usados antes e depois da crise mas sim em termos de valor dos índices.