Publicação

Trabalho e imaginação nas famílias da periferia de Maputo

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta comunicação baseia-se em investigações que decorreram no âmbito de dois projectos realizados entre os anos de 1998 e 2003, junto de famílias residentes nos bairros de Mafalala, Polana Caniço A e Hulene B na periferia de Maputo2. Estes bairros incluem -se no conjunto dos sessenta e seis “bairros de caniço” que formam a periferia de Maputo. A maioria destes bairros não sofreu qualquer processo significativo de urbanização planificado, os serviços de apoio social são escassos, as ruas asfaltadas raras, o saneamento básico praticamente inexistente e a maior parte das habitações não possui água canalizada nem energia eléctrica. Foi neste contexto social e espacial, caracterizado por uma precariedade de infra-estruturas urbanas e de serviços sociais, por índices elevados de “pobreza3” e desemprego formal, que as investigações se desenvolveram, centrando-se em famílias maioritariamente originárias das regiões rurais do Sul de Moçambique.
Autores principais:Costa, Ana Bénard da
Assunto:Trabalho Famílias Maputo
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Esta comunicação baseia-se em investigações que decorreram no âmbito de dois projectos realizados entre os anos de 1998 e 2003, junto de famílias residentes nos bairros de Mafalala, Polana Caniço A e Hulene B na periferia de Maputo2. Estes bairros incluem -se no conjunto dos sessenta e seis “bairros de caniço” que formam a periferia de Maputo. A maioria destes bairros não sofreu qualquer processo significativo de urbanização planificado, os serviços de apoio social são escassos, as ruas asfaltadas raras, o saneamento básico praticamente inexistente e a maior parte das habitações não possui água canalizada nem energia eléctrica. Foi neste contexto social e espacial, caracterizado por uma precariedade de infra-estruturas urbanas e de serviços sociais, por índices elevados de “pobreza3” e desemprego formal, que as investigações se desenvolveram, centrando-se em famílias maioritariamente originárias das regiões rurais do Sul de Moçambique.