Publicação
Um globalismo a la carte: Da internacionalização de empresas em Portugal
| Resumo: | Em Portugal, a internacionalização de empresas, de organizações e da economia conheceu um primeiro período de expansão no início da década de 1990. Após este intervalo de tempo, seguiu-se um outro, até 2005, onde a crescente abertura de economias a leste e o incremento de concorrência suscitou uma alteração da estrutura de exportações nacionais e um crescimento moderado das operações de âmbito internacional [1]. No período compreendido entre 2008 e 2015, o movimento de internacionalização conheceu uma nova expansão [2], sendo de relevar, a este propósito, a contribuição crescente do tecido empresarial português [3], consumada não apenas pela ação de empresas e sectores tradicionalmente exportadores (e.g., indústria extrativa, transformadora, transportes e armazenamento), mas também com a contribuição crescente de empresas e de sectores (e.g., comércio, prestação de serviços de base tecnológica e científica, desenvolvimento de produtos de alta tecnologia) tidos, em termos clássicos, como não-transacionáveis em termos de comércio internacional. |
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| Autores principais: | Coelho, J. V. |
| Assunto: | Globalismo Internacionalização de empresas Internacionalização não-linear |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Em Portugal, a internacionalização de empresas, de organizações e da economia conheceu um primeiro período de expansão no início da década de 1990. Após este intervalo de tempo, seguiu-se um outro, até 2005, onde a crescente abertura de economias a leste e o incremento de concorrência suscitou uma alteração da estrutura de exportações nacionais e um crescimento moderado das operações de âmbito internacional [1]. No período compreendido entre 2008 e 2015, o movimento de internacionalização conheceu uma nova expansão [2], sendo de relevar, a este propósito, a contribuição crescente do tecido empresarial português [3], consumada não apenas pela ação de empresas e sectores tradicionalmente exportadores (e.g., indústria extrativa, transformadora, transportes e armazenamento), mas também com a contribuição crescente de empresas e de sectores (e.g., comércio, prestação de serviços de base tecnológica e científica, desenvolvimento de produtos de alta tecnologia) tidos, em termos clássicos, como não-transacionáveis em termos de comércio internacional. |
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