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Níveis de análise no estudo da identidade social

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Resumo:Apresentamos, nesta comunicação, a continuação 220 do nosso trabalho de investigação teórica e empírica no âmbito da crítica ao modelo de Bristol, e que já abordámos no anterior Simpósio de Investigação Psicológica, através de uma discussão das implicações teóricas da integração do nível de análise ideológico no estudo da identidade social. A discussão é ilustrada com os resultados de uma experiência cujo design articula uma relação intergrupos estruturalmente assimétrica, a da construção social dos modos de ser masculino e feminino, com uma relação intergrupos conjunturalmente simétrica ou assimétrica, ou seja, a posição relativa dos grupos numa situação contextual e temporalmente limitada. Esta experiência permitiu-nos demonstrar que a identidade dos grupos dominantes se caracteriza pela independência em relação aos contextos, ou seja por um modo de ser, enquanto que a identidade dos grupos dominados se caracteriza pela dependência em relação aos contextos, ou seja, por um modo de estar.
Autores principais:Amâncio, L.
Assunto:Identidade de género Níveis de análise Relações intergrupais
Ano:1993
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Apresentamos, nesta comunicação, a continuação 220 do nosso trabalho de investigação teórica e empírica no âmbito da crítica ao modelo de Bristol, e que já abordámos no anterior Simpósio de Investigação Psicológica, através de uma discussão das implicações teóricas da integração do nível de análise ideológico no estudo da identidade social. A discussão é ilustrada com os resultados de uma experiência cujo design articula uma relação intergrupos estruturalmente assimétrica, a da construção social dos modos de ser masculino e feminino, com uma relação intergrupos conjunturalmente simétrica ou assimétrica, ou seja, a posição relativa dos grupos numa situação contextual e temporalmente limitada. Esta experiência permitiu-nos demonstrar que a identidade dos grupos dominantes se caracteriza pela independência em relação aos contextos, ou seja por um modo de ser, enquanto que a identidade dos grupos dominados se caracteriza pela dependência em relação aos contextos, ou seja, por um modo de estar.