Publicação
E porque é que não pomos os putos a trabalhar?
| Resumo: | Identificam-se tendências de mudança, nos campos escolar e laboral, em particular aquelas que, de um lado e de outro, apontam para a formação contínua dos trabalhadores e a prestação de serviços pelas escolas às comunidades, i.e., aquelas que militam para aproximar os espaços institucionais educativos e económicos. Questionam-se dificuldades epistemológicas e institucionais de relacionamento directo entre os mundos do trabalho e da escola. O estudo sustenta-se numa análise institucional, tendo em conta os diferentes hábitos, espaços, tempos e referências morais e políticas da escola e do trabalho. O exercício aqui apresentado centra-se na escola. Noutro texto, com o mesmo título, a publicar, centramo-nos no trabalho. |
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| Autores principais: | Dores, António Pedro |
| Assunto: | Escola Instituição escolar Mudança |
| Ano: | 1996 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Identificam-se tendências de mudança, nos campos escolar e laboral, em particular aquelas que, de um lado e de outro, apontam para a formação contínua dos trabalhadores e a prestação de serviços pelas escolas às comunidades, i.e., aquelas que militam para aproximar os espaços institucionais educativos e económicos. Questionam-se dificuldades epistemológicas e institucionais de relacionamento directo entre os mundos do trabalho e da escola. O estudo sustenta-se numa análise institucional, tendo em conta os diferentes hábitos, espaços, tempos e referências morais e políticas da escola e do trabalho. O exercício aqui apresentado centra-se na escola. Noutro texto, com o mesmo título, a publicar, centramo-nos no trabalho. |
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