Publicação
São Paulo: De cidade hídrica a metrópole seca
| Resumo: | São Paulo, a maior metrópole do hemisfério Sul, está implantada sobre um território de riquíssima hidrografia. O Grupo de Estudos Mapogafias Urbanas (FAU-USP) realizou um mapa a partir de documentos históricos com a hidrografia natural formada por centenas de córregos, riachos e grandes rios. Este mapa está contraposto com a hidrografia atual. É facilmente verificável com a urbanização apagou a grande maioria dessas linhas de água, da mesma forma, é claro que nas periferias elas continuam presentes. Contudo, os mapas não mostram, mas os indicadores sim, a precariedade urbana dessas regiões e os rios cercados por ambientes degradados. Este trabalho propõe a observação e reflexão sobre estas regiões a partir das ações das comunidades nelas instaladas no sentido de conservação e qualificação de seus ambientes com especial atenção às águas. Seu principal objetivo é demonstrar a importância dos coletivos ambientalistas, que embora estejam em comunidades que muito pouco fizeram para chegarmos nos dramas ambientais atuais, muito fazem para a preservação da qualidade ambiental e paisagísticas de seus territórios; desta forma contribuir para o debate e políticas públicas que consideram a construção urbana muito além do produtivismo, que incorpore a dimensão cultural e ambiental do espaço urbano. Para realização do trabalho o GeMAP tem acompanhado e cartografado a atuação desses grupos (Ecoativa e Imargem) no extremo Sul da cidade há oito anos, uma pesquisa-ação baseada na construção compartilhada do conhecimento. |
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| Autores principais: | Bassani, Jorge |
| Outros Autores: | Clasen, Carolina |
| Assunto: | Hidrografia de São Paulo Urbanização precária Mapeamento coletivo Hydrography of São Paulo Precarious urbanisation Collective mapping |
| Ano: | 2026 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | São Paulo, a maior metrópole do hemisfério Sul, está implantada sobre um território de riquíssima hidrografia. O Grupo de Estudos Mapogafias Urbanas (FAU-USP) realizou um mapa a partir de documentos históricos com a hidrografia natural formada por centenas de córregos, riachos e grandes rios. Este mapa está contraposto com a hidrografia atual. É facilmente verificável com a urbanização apagou a grande maioria dessas linhas de água, da mesma forma, é claro que nas periferias elas continuam presentes. Contudo, os mapas não mostram, mas os indicadores sim, a precariedade urbana dessas regiões e os rios cercados por ambientes degradados. Este trabalho propõe a observação e reflexão sobre estas regiões a partir das ações das comunidades nelas instaladas no sentido de conservação e qualificação de seus ambientes com especial atenção às águas. Seu principal objetivo é demonstrar a importância dos coletivos ambientalistas, que embora estejam em comunidades que muito pouco fizeram para chegarmos nos dramas ambientais atuais, muito fazem para a preservação da qualidade ambiental e paisagísticas de seus territórios; desta forma contribuir para o debate e políticas públicas que consideram a construção urbana muito além do produtivismo, que incorpore a dimensão cultural e ambiental do espaço urbano. Para realização do trabalho o GeMAP tem acompanhado e cartografado a atuação desses grupos (Ecoativa e Imargem) no extremo Sul da cidade há oito anos, uma pesquisa-ação baseada na construção compartilhada do conhecimento. |
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