Publicação
Comunicação veículo para veículo
| Resumo: | presente dissertação, apresenta primeiramente os conceitos relacionados com a evolução dos sistemas de comunicação sem fios em redes veiculares (VANETs), e aliado a esta evolução, os ITS (Sistemas de Transporte Inteligente), que têm como finalidade a normalização das IEEE802.11p WAVE. Em seguida, avaliam-se duas normas de comunicação sem fios fiáveis, IEEE801.11p e o LTE, verificando-se que a sua utilização conjunta permite suportar os requisitos de comunicação em redes veiculares, introduzindo-se o conceito HetVNET (redes veiculares heterogéneas). Explorou-se também a condução autónoma, por esta ser considerada uma tecnologia promissora na redução de acidentes rodoviários, congestionamento do tráfego e por se acreditar que os veí- culos de condução autónoma estarão no mercado até 2020. Foram também apresentadas algumas controvérsias, no âmbito da segurança, saúde, legislação e ética. Por fim, estudou-se em pormenor três cenários típicos de condução autónoma na cidade de Lisboa, incluindo-se dois cenários de Via Rápida Urbana e um de Interseção Urbana. Foram avaliados alguns aspetos, tais como a necessidade de introdução de novos sensores ao logo do troço de uma via rápida, de novas estações de base ao longo das vias e de novas faixas do espetro de frequência para escoar para a nuvem todos os dados gerados pelos automóveis autó- nomos. Do estudo efetuado, verificou-se que as estações de base devem ser colocadas na via de 400 em 400 metros, para se garantir a existência de uma zona de sobreposição onde se realizam os handovers, tendo-se demonstrando a aplicabilidade da condução autónoma, numa grande cidade, como Lisboa, tanto num cenário de uma via rápida como numa zona de interseção. |
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| Autores principais: | Barradas, Margarida do Carmo Mendes |
| Assunto: | Engenharia de telecomunicações LTE-Long term evolution Automóvel Controlo inteligente Controlo automático VANET (Rede Veicular Ad-hoc) ITS (Sistemas de Transporte Inteligente) Segurança veicular Condução autónoma HetVNET (redes veiculares heterogéneas) Vehicular safety Autonomous driving |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | presente dissertação, apresenta primeiramente os conceitos relacionados com a evolução dos sistemas de comunicação sem fios em redes veiculares (VANETs), e aliado a esta evolução, os ITS (Sistemas de Transporte Inteligente), que têm como finalidade a normalização das IEEE802.11p WAVE. Em seguida, avaliam-se duas normas de comunicação sem fios fiáveis, IEEE801.11p e o LTE, verificando-se que a sua utilização conjunta permite suportar os requisitos de comunicação em redes veiculares, introduzindo-se o conceito HetVNET (redes veiculares heterogéneas). Explorou-se também a condução autónoma, por esta ser considerada uma tecnologia promissora na redução de acidentes rodoviários, congestionamento do tráfego e por se acreditar que os veí- culos de condução autónoma estarão no mercado até 2020. Foram também apresentadas algumas controvérsias, no âmbito da segurança, saúde, legislação e ética. Por fim, estudou-se em pormenor três cenários típicos de condução autónoma na cidade de Lisboa, incluindo-se dois cenários de Via Rápida Urbana e um de Interseção Urbana. Foram avaliados alguns aspetos, tais como a necessidade de introdução de novos sensores ao logo do troço de uma via rápida, de novas estações de base ao longo das vias e de novas faixas do espetro de frequência para escoar para a nuvem todos os dados gerados pelos automóveis autó- nomos. Do estudo efetuado, verificou-se que as estações de base devem ser colocadas na via de 400 em 400 metros, para se garantir a existência de uma zona de sobreposição onde se realizam os handovers, tendo-se demonstrando a aplicabilidade da condução autónoma, numa grande cidade, como Lisboa, tanto num cenário de uma via rápida como numa zona de interseção. |
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