Publicação
Espaços Verdes na Cidade.
| Resumo: | A rápida evolução urbana, a que se assistiu ao longo do séc. XIX, motivada pela Revolução Industrial, deixou marcas profundas nas cidades, pois, a rápida industrialização causou um forte crescimento da população nos centros urbanos, sem que estes estivessem planeados para esse crescimento tão repentino. Como consequência, as cidades tornaram-se lugares com vários problemas, especialmente de carácter ambiental. A preocupação com o estado da cidade, motivou arquitetos e urbanistas a tentar resolver os problemas que as cidades apresentavam, os quais, em alguns casos, tentavam combinar a natureza com o meio urbano. Exemplo disso é a teoria idealizada por Ebenezer Howard, reproduzida no seu livro As Cidades Jardim de Amanhã (1902). A sua teoria teve uma grande repercussão no desenho das cidades, servindo inclusive como base, em 1903, para a construção da primeira cidade jardim em Inglaterra, Letchworth. Este conceito de espaços verdes, no meio urbano, foi acompanhando a evolução da cidade, representando hoje um elemento fundamental na mesma, pois, contribui na qualidade de vida dos seus habitantes, a vários níveis, nomeadamente, ambiental, social e económico. Pretende-se com este trabalho comprovar o real valor que os espaços verdes representam no meio urbano, aferindo o papel destes na cidade, através de uma análise à forma como evoluíram, às suas funções/usos e ao que diz a legislação a seu respeito. Como forma de consolidar essa ideia, também são analisados dois casos de estudo As Cidades Jardim de Amanhã, de Ebenezer Howard (1902) e o Plano Director de Lisboa, de Étennie De Gröer (1948), que através das suas obras, refletem a importância destes espaços na cidade. |
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| Autores principais: | Pinto, Diogo da Cruz Ferreira |
| Assunto: | Espaço verde Cidade Jardim Planeamento urbano Qualidade de vida Greens spaces Garden city Urban planning Quality of life |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A rápida evolução urbana, a que se assistiu ao longo do séc. XIX, motivada pela Revolução Industrial, deixou marcas profundas nas cidades, pois, a rápida industrialização causou um forte crescimento da população nos centros urbanos, sem que estes estivessem planeados para esse crescimento tão repentino. Como consequência, as cidades tornaram-se lugares com vários problemas, especialmente de carácter ambiental. A preocupação com o estado da cidade, motivou arquitetos e urbanistas a tentar resolver os problemas que as cidades apresentavam, os quais, em alguns casos, tentavam combinar a natureza com o meio urbano. Exemplo disso é a teoria idealizada por Ebenezer Howard, reproduzida no seu livro As Cidades Jardim de Amanhã (1902). A sua teoria teve uma grande repercussão no desenho das cidades, servindo inclusive como base, em 1903, para a construção da primeira cidade jardim em Inglaterra, Letchworth. Este conceito de espaços verdes, no meio urbano, foi acompanhando a evolução da cidade, representando hoje um elemento fundamental na mesma, pois, contribui na qualidade de vida dos seus habitantes, a vários níveis, nomeadamente, ambiental, social e económico. Pretende-se com este trabalho comprovar o real valor que os espaços verdes representam no meio urbano, aferindo o papel destes na cidade, através de uma análise à forma como evoluíram, às suas funções/usos e ao que diz a legislação a seu respeito. Como forma de consolidar essa ideia, também são analisados dois casos de estudo As Cidades Jardim de Amanhã, de Ebenezer Howard (1902) e o Plano Director de Lisboa, de Étennie De Gröer (1948), que através das suas obras, refletem a importância destes espaços na cidade. |
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