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O papel da nostalgia nas mudanças organizacionais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo explorou o papel da nostalgia nas mudanças organizacionais, nomeadamente procurou-se saber se perante um cenário de mudança organizacional a nostalgia tinha um efeito protetor na identificação com a organização. Para tal realizaram-se 2 estudos, um experimental (Estudo 1) e outro correlacional (Estudo 2). Devido ao número reduzido de participantes no Estudo 1, realizou-se um segundo estudo onde também se procurou encontrar diferenças nos níveis de nostalgia entre quem passou por mudanças organizacionais e quem não passou por mudanças organizacionais. Os resultados revelaram que não existem diferenças entre quem passou e quem não passou por mudanças organizacionais e também que não existe um efeito protetor da nostalgia na identificação com a organização. No entanto, verificou-se que quanto maior os níveis de nostalgia, maiores os níveis de perceção das consequências individuais, tendo a nostalgia um efeito protetor nesta variável. Este trabalho quis mostrar, pela primeira vez, o papel da nostalgia organizacional em contextos concretos de mudança e perceber a relação entre a nostalgia e a identificação com a organização. Apesar dos resultados não permitirem mostrar o esperado, permitiram fornecer direções para estudos futuros.
Autores principais:Moreira, Sara Helena
Assunto:Psicologia organizacional Mudança organizacional Cultura organizacional Identificação organizacional Nostalgia Identification Organization Change
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Este estudo explorou o papel da nostalgia nas mudanças organizacionais, nomeadamente procurou-se saber se perante um cenário de mudança organizacional a nostalgia tinha um efeito protetor na identificação com a organização. Para tal realizaram-se 2 estudos, um experimental (Estudo 1) e outro correlacional (Estudo 2). Devido ao número reduzido de participantes no Estudo 1, realizou-se um segundo estudo onde também se procurou encontrar diferenças nos níveis de nostalgia entre quem passou por mudanças organizacionais e quem não passou por mudanças organizacionais. Os resultados revelaram que não existem diferenças entre quem passou e quem não passou por mudanças organizacionais e também que não existe um efeito protetor da nostalgia na identificação com a organização. No entanto, verificou-se que quanto maior os níveis de nostalgia, maiores os níveis de perceção das consequências individuais, tendo a nostalgia um efeito protetor nesta variável. Este trabalho quis mostrar, pela primeira vez, o papel da nostalgia organizacional em contextos concretos de mudança e perceber a relação entre a nostalgia e a identificação com a organização. Apesar dos resultados não permitirem mostrar o esperado, permitiram fornecer direções para estudos futuros.