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Subalternidade/competências de minorias e políticas de integração: imigrantes da África Subsariana em França

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Como as políticas urbanas de hoje pensam a integração dos imigrantes e outras minorias em situação de mobilidade geográfica e afectadas pelo problema da exclusão espacial? A contraditória questão da mobilidade e da "assignation à résidence"? Como pensar as várias formas de sedentarização (a dupla residência, o seminomadismo, o trabalho sazonal) num modelo único? Como confrontam os países a mobilidade de hoje e do futuro? Qual a pertinência das políticas de integração? O meu propósito é esclarecer estas questões através de uma população africana e das políticas de acção social e de habitação, no exemplo francês; e chamar a atenção sobre um modelo de integração e assistência que, talvez, não produza dinâmicas nem gere capacidades em outras culturas, mas sim, passividade. É interessante ver e confrontar as diferenças existentes entre o modelo e as capacidades, o potencial cultural e as competências da referida população discriminada.
Autores principais:Villanova, Roselyne de
Assunto:Imigrantes Competências Subalternidade Participação África subsariana Cidadania
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Como as políticas urbanas de hoje pensam a integração dos imigrantes e outras minorias em situação de mobilidade geográfica e afectadas pelo problema da exclusão espacial? A contraditória questão da mobilidade e da "assignation à résidence"? Como pensar as várias formas de sedentarização (a dupla residência, o seminomadismo, o trabalho sazonal) num modelo único? Como confrontam os países a mobilidade de hoje e do futuro? Qual a pertinência das políticas de integração? O meu propósito é esclarecer estas questões através de uma população africana e das políticas de acção social e de habitação, no exemplo francês; e chamar a atenção sobre um modelo de integração e assistência que, talvez, não produza dinâmicas nem gere capacidades em outras culturas, mas sim, passividade. É interessante ver e confrontar as diferenças existentes entre o modelo e as capacidades, o potencial cultural e as competências da referida população discriminada.