Publicação
Floresta-Escola: práticas educativas na/para/com e pela natureza
| Resumo: | Esta investigação de natureza exploratória dedicou-se a perceber as potencialidades evidenciadas quando crianças e adultos se encontram em interação com a Natureza num contexto educativo. Os referenciais teóricos focam-se na Natureza como sujeito para, em seguida, percebê-la não só como escola, mas também como educadora e agente ativo nas práticas educativas, e ainda, em estudos sobre infância. A abordagem aplicada no terreno utilizou a etnografia com crianças como opção metodológica. Foram realizadas entrevistas com 44 crianças. O objetivo das entrevistas foi de buscar o que as crianças e os adultos estavam a sentir, a aprender e a desenvolver naquele instante de contacto com a Natureza. A pesquisa foi realizada no contexto do projeto da Escola da Floresta Bloom em parceira com a Escola Básica da Várzea de Sintra, uma escola pública portuguesa do 1º ciclo. Analisaram-se as seguintes dimensões: 1) Educação dos/pelos sentidos; 2) Práticas educativas como ponte entre a floresta e a escola; e 3) Práticas educativas inclusivas. As análises e reflexões finais apoiam-se em torno das perguntas surgidas no campo: “o que é que a Natureza te ensina?” e “o que é que tu aprendes com a Natureza?”. Conclui-se que faz bastante sentido o desemparedamento da educação de infância em busca de práticas educativas na/para/com/pela Natureza a fim de desenvolver habilidades e competências socioemocionais, cognitivas e físicas. |
|---|---|
| Autores principais: | Cruz, Rafael Branco |
| Assunto: | Educação Natureza Floresta-Escola Práticas educativas Pesquisa com crianças Education Nature Forest School Educational practices Research with children |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Esta investigação de natureza exploratória dedicou-se a perceber as potencialidades evidenciadas quando crianças e adultos se encontram em interação com a Natureza num contexto educativo. Os referenciais teóricos focam-se na Natureza como sujeito para, em seguida, percebê-la não só como escola, mas também como educadora e agente ativo nas práticas educativas, e ainda, em estudos sobre infância. A abordagem aplicada no terreno utilizou a etnografia com crianças como opção metodológica. Foram realizadas entrevistas com 44 crianças. O objetivo das entrevistas foi de buscar o que as crianças e os adultos estavam a sentir, a aprender e a desenvolver naquele instante de contacto com a Natureza. A pesquisa foi realizada no contexto do projeto da Escola da Floresta Bloom em parceira com a Escola Básica da Várzea de Sintra, uma escola pública portuguesa do 1º ciclo. Analisaram-se as seguintes dimensões: 1) Educação dos/pelos sentidos; 2) Práticas educativas como ponte entre a floresta e a escola; e 3) Práticas educativas inclusivas. As análises e reflexões finais apoiam-se em torno das perguntas surgidas no campo: “o que é que a Natureza te ensina?” e “o que é que tu aprendes com a Natureza?”. Conclui-se que faz bastante sentido o desemparedamento da educação de infância em busca de práticas educativas na/para/com/pela Natureza a fim de desenvolver habilidades e competências socioemocionais, cognitivas e físicas. |
|---|