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Afinal, quem manda aqui?: práticas e representações dos directores escolares sobre a autonomia de escola

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação procurou compreender o papel dos Directores de escola na promoção e implementação da autonomia consagrada nos Contratos de Autonomia assinados com o Ministério da Educação. Este trabalho teve também como objectivo perceber qual é a percepção que cada um desses dirigentes escolares tem do seu papel na garantia e prossecução da autonomia. Para tal analisou-se quatro escolas da Região de Lisboa e Vale do Tejo e procedeu-se à análise de legislação e fontes documentais, como por exemplo os Projectos Educativos, os Projectos Curriculares, os Contratos de Autonomia. Além disso aplicou-se entrevistas aos Directores e aos Presidentes dos Conselhos Gerais de cada um dos quatro estabelecimentos. A investigação permitiu concluir que os Directores têm autonomia em relação ao Ministério da Educação e até em relação aos restantes órgãos de gestão das escolas, no entanto reivindicam mais autonomia e autonomia em mais áreas. Existe um distanciamento entre aquilo que estes dirigentes entendem ser autonomia e o que está legislado. No que diz respeito à representação que os Directores têm do seu papel na garantia e prossecução da autonomia, pode inferir-se que na sua percepção são fundamentais para tal, no entanto asseguram que tal não seria possível sem os restantes órgãos de gestão, principalmente o Conselho Geral. Conclui-se que existe entre Direcção e Conselho Geral uma relação de colaboração e não de competição.
Autores principais:Brito, Andreia Alexandra da Graça Horta de
Assunto:Escola Autonomia Gestão Liderança Estado School Autonomy Management Leadership State
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Esta dissertação procurou compreender o papel dos Directores de escola na promoção e implementação da autonomia consagrada nos Contratos de Autonomia assinados com o Ministério da Educação. Este trabalho teve também como objectivo perceber qual é a percepção que cada um desses dirigentes escolares tem do seu papel na garantia e prossecução da autonomia. Para tal analisou-se quatro escolas da Região de Lisboa e Vale do Tejo e procedeu-se à análise de legislação e fontes documentais, como por exemplo os Projectos Educativos, os Projectos Curriculares, os Contratos de Autonomia. Além disso aplicou-se entrevistas aos Directores e aos Presidentes dos Conselhos Gerais de cada um dos quatro estabelecimentos. A investigação permitiu concluir que os Directores têm autonomia em relação ao Ministério da Educação e até em relação aos restantes órgãos de gestão das escolas, no entanto reivindicam mais autonomia e autonomia em mais áreas. Existe um distanciamento entre aquilo que estes dirigentes entendem ser autonomia e o que está legislado. No que diz respeito à representação que os Directores têm do seu papel na garantia e prossecução da autonomia, pode inferir-se que na sua percepção são fundamentais para tal, no entanto asseguram que tal não seria possível sem os restantes órgãos de gestão, principalmente o Conselho Geral. Conclui-se que existe entre Direcção e Conselho Geral uma relação de colaboração e não de competição.