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Caminhadas e itinerários entre Rio de Janeiro e Lisboa. Artistas e ativistas urbanos entre sociabilidades e formas de resistir

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Pensar a caminhada e o método dos itinerários como instrumentos de pesquisa e simultaneamente de intervenção artística e ativista em contexto urbano é o ponto de partida deste texto. A partir de pesquisas etnográficas em contexto lisboeta (Portugal) e carioca (Brasil) compartilhamos experiências de caminhadas/itinerários realizados junto com duas artistas urbanas / uma organização de ativistas negros em cidades em mudança. Estilos de vida, intervenções de arte urbana e performances ativistas constroem a trama de modos de fazer etnografia e olhar mundos diversos de forma engajada, procurando dar visibilidade e voz. Os pesquisadores se deixam conduzir nos meandros da cidade através da mobilização de um método e de uma abordagem experimental pelos protagonistas das suas pesquisas que assim se tornam guias. A proposta de caminhar transforma as experiências do terreno, a intervenção e a performance em modos dialógicos, reflexivos e sensoriais de pensar e viver a cidade.
Autores principais:Reginensi, C.
Outros Autores:Raposo, P.
Assunto:Caminhada Etnografia experimental Artistas urbanos Artivismo Cidade
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Pensar a caminhada e o método dos itinerários como instrumentos de pesquisa e simultaneamente de intervenção artística e ativista em contexto urbano é o ponto de partida deste texto. A partir de pesquisas etnográficas em contexto lisboeta (Portugal) e carioca (Brasil) compartilhamos experiências de caminhadas/itinerários realizados junto com duas artistas urbanas / uma organização de ativistas negros em cidades em mudança. Estilos de vida, intervenções de arte urbana e performances ativistas constroem a trama de modos de fazer etnografia e olhar mundos diversos de forma engajada, procurando dar visibilidade e voz. Os pesquisadores se deixam conduzir nos meandros da cidade através da mobilização de um método e de uma abordagem experimental pelos protagonistas das suas pesquisas que assim se tornam guias. A proposta de caminhar transforma as experiências do terreno, a intervenção e a performance em modos dialógicos, reflexivos e sensoriais de pensar e viver a cidade.